Uma chance às crianças indígenasDocumentário questiona a tradição dos índios que se livram de um dos filhos gêmeos por acreditarem que o bebê é sinal de má sorte
A jovem diz não querer mudar a concepção cultural e colocar a prática do infanticÃdio como um crime, mas apenas alertar para a necessidade de uma assistência especial à s famÃlias que não aceitam mais essa crença dentro de suas comunidades. "Constatei que muitas famÃlias - a maioria jovem -, que estudam e trabalham fora da aldeia, não enxergam mais suas tradições como eram antes, e a pressão da comunidade as obriga a se encaixar numa situação que não tem mais fundamento para elas", diz Sandra.
Narradora do documentário e fundadora da Ong indÃgena Sirai-i, Divanet da Silva, casada com um Ãndio há 14 anos, adotou três crianças indÃgenas, filhas de pais diferentes, que seriam enterradas vivas pelas famÃlias. "No inÃcio, foi complicado levar esse assunto para as famÃlias, mas aos poucos fui conquistando abertura".
Assista trecho do documentário "Quebrando o silêncio"
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