- Em 2 de fevereiro, o Estado de Minas publica, com exclusividade, a existência de um serial killer que estuprou e matou por estrangulamento pelo menos três mulheres no Bairro Industrial, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte
- Exames do Instituto de Criminalística comprovam que é da mesma pessoa o esperma encontrado nos corpos da empresária Ana Carolina Assunção, de 27 anos, morta em abril do ano passado; da comerciante Maria Helena Lopes Aguilar, de 48, em setembro; e da contadora Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, de 35, em novembro.
- Outra que pode ter sido morta pelo maníaco é a estudante de direito da PUC Betim Natália Cristina de Almeida Paiva, de 27. Ela saiu de casa às 6h20 da manhã de 7 outubro de 2009, para ir a universidade e desapareceu. Seu corpo foi achado 22 dias depois numa mata do Bairro Belvedere, em Ribeirão das Neves, na Grande BH.
- Em 28 de janeiro, o corpo de Natália foi enterrado como desconhecido no cemitério de Ribeirão das Neves.
- Um delegado de Neves suspeita que a desconhecida poderia ser uma das mulheres mortas em BH, pois no município não houve queixa de desaparecimento. A família de Natália é avisada e reconhece as roupas da estudante por fotografias, no Instituto Médico Legal (IML).
- O corpo de Natália é exumado em 9 de fevereiro. O exame da arcada dentária confirma que se tratava realmente da estudante. A vítima é sepultada dois dias depois
- No dia 11, o chefe da Polícia Civil, delegado Marco Antônio Monteiro, reconhece falhas nas investigações do caso Natália. A Delegacia de Pessoas Desaparecidas tinha a descrição das roupas usadas pela mulher que procurava e não trocou informações com o IML, o que atrasou em mais de três meses a identificação do corpo de Natália.
- Na quarta-feira passada, o chefe do Departamento de Investigações (DI), delegado Edson Moreira, diz à Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas, durante audiência sobre violência contra mulheres, que a prisão do maníaco era uma questão de tempo.
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Autor: LUIZ AUGUSTO GUIMARAES
Houve outra falha, a divulgação pela imprensa da presença da Ilana Casoy no caso. Isso deixou o assassino em alerta. Não deveriam ter divulgado que haviam chamado uma expert em encontrar serial killers. Ela foi esperta e na imprensa revelou não ter sido convidada para atuar no caso. Parabens! | Denuncie |