Brasília – Começou neste sábado (31/7), em Brasília, o 13º Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais. Cerca de 2,7 mil profissionais e estudantes da área vão discutir as dificuldades do exercício profissional diante de um cenário de lutas sociais e crises econômicas.
De acordo com a presidente do Conselho Federal de Serviço Social (Cfess), Ivanete Boschetti, o objetivo é debater a realidade profissional dos assistentes sociais. “Consideramos que este é um momento de crise do capital pelo aumento do desemprego, das desigualdades sociais, da extrema pobreza. Todas essas ações se desdobraram em demandas cotidianas para a reivindicação dos direitos sociais e políticos”.
O evento é feito a cada três anos e é um espaço de divulgação da produção científica e técnica da área, por meio da apresentação de trabalhos, lançamento de livros e troca de de experiências.
Na próxima terça-feira (3), os participantes do congresso vão participar de um ato político às 8h30, com concentração em frente à Catedral Metropolitana, para reivindicar os direitos dos assistentes sociais.
“Vamos caminhar até o Congresso Nacional para reivindicar a aprovação de alguns projetos de lei que estão em tramitação. Eles estabelecem a jornada de 30 horas semanais, o piso salarial de sete salários mínimos e a obrigatoriedade de contratação de assistentes e psicólogos nas escolas”, disse Ivanete.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o Brasil possui aproximadamente 90 mil assistentes sociais. Desses, cerca de 9,3 mil atuam nos centros de Referência de Assistência Social (Cras) e 2,4 mil nos centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).
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Esta matéria tem: (1) comentários
Autor: VASCO VASCONCELOS
Há um BANDO no Congresso Nacional querendo estender a excrescência do Exame da OAB p/todas as profissões.Tal bando ñ está preocupado c/ a melhoria do ensino. A maior preocupação é c/ os bolsos dos Bacharéis. Estima-se q em 2010 a OAB irá faturar R$ 58 milhões c/altas taxas.Suplico Egrégio STF baniR | Denuncie |