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Publicação: 04/07/2012 16:15 Atualização:
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| Um dos primeiros destroços do avião foi recolhido por aviões F30 da Força Aérea Brasileira - FAB em setembro de 2009 |
Paris - O relatório dos especialistas judiciais sobre o acidente com o voo Rio-Paris em 2009, que deve ser apresentado no dia 10 de julho às famílias, atribui o fato a uma conjunção de erros humanos e falhas técnicas, revelou nesta quarta-feira (4/7) uma fonte ligada ao caso.
Esta fonte teve acesso ao relatório, que foi concluído três anos depois da maior catástrofe da aviação francesa. O Airbus A330 da companhia francesa caiu no dia 1º de junho de 2009 e foi encontrado no Oceano Atlântico. Todos os 228 passageiros e tripulantes morreram no acidente.
As conclusões deste relatório mencionam, essencialmente, a perda de dados devido ao congelamento das sondas Pitot, procedimentos inapropriados para a situação, a falta da reação necessária por parte da tripulação e a inexistência de um acompanhamento dos incidentes registrados desde 2004, indicou essa fonte.
O relatório tem 356 páginas e começa com a descrição da perda do controle e de sustentação da aeronave.
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"A perda de controle foi iniciada por uma trajetória descontrolada que foi registrada após a perda dos dados de pressão total devido ao congelamento das sondas Pitot, acompanhada pelos alarmes e degradação dos sistemas associados", de acordo com os resultados citados por esta fonte.
"A falta de informações da tripulação sobre o congelamento das sondas e da altitude contribuíram para o elemento surpresa", acrescentou.
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