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Advogado quer saber se suposta carta escrita por Bruno é verdadeira

Luana Cruz

Publicação: 09/07/2012 10:48 Atualização: 09/07/2012 10:53

O advogado do ex-goleiro Bruno Fernandes está se dirigindo à Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (9/7) para mostrar ao cliente a última edição da revista Veja, que traz revelações sobre uma carta supostamente escrita pelo detento. Bruno está preso por envolvimento no desaparecimento e morte da ex-amante Eliza Samudio, crime que aconteceu em 2010. O defensor que saber se o ex-atleta realmente escreveu a correspondência.

O documento, supostamente escrito por Bruno ao amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foi interceptado na cadeia. No documento, Bruno diz que conversou com os seus advogados que o orientaram a colocar em prática o plano B, que seria imputar a responsabilidade pela morte da modelo sobre Macarrão. O goleiro chega a pedir desculpas ao amigo. “Eu, sinceramente, não pediria isso pra você, mas hoje não temos que pensar em nós somente! Temos uma grande responsabilidade que são nossas crianças, então, meu irmão, peço que pense nisso e do fundo do meu coração me perdoe, eu sempre fui e sempre serei homem com você”, disse no documento.

Bruno e Macarrão eram colegas de cela na penitenciária mas foram separados, o que para a delegada Alessandra Wilke explicaria a existência dessa carta. O advogado Rui Pimenta diz que a missiva seria na verdade uma correspondência que tratava do rompimento de um relacionamento amoroso entre os dois. O advogado chegou a se referir a um “relacionamento homossexual ativo e passivo” entre os dois amigos.

No lado da acusação, o surgimento da carta não surpreendeu. O advogado José Arteiro Cavalcante Lima, assistente de acusação no Caso Bruno, vai pedir que a carta seja anexada ao inquérito que investiga o sumiço e assassinato da jovem. Para ele, o plano para livtar Bruno de acusações já estava tramado desde a época em que Bruno foi preso no Rio de Janeiro e foi transferido para Belo Horizonte.

O goleiro Bruno, o primo dele, Sérgio Rosa Sales e o amigo Macarrão, foram pronunciados por homicídio triplamente qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, vai a júri popular pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.
Tags: celular

Esta matéria tem: (4) comentários

Autor: Vinícius Silva
só o que faltava mesmo... Dois vagabundos bruatamontes que queimam uma biela, não sei quem é ativo e passivo na história, mais que é estranho, isso demais. | Denuncie |

Autor: Rosemary Martins de Oliveira
É mesmo uma vergonha esse pais,agora para tentarem livrar a cara desse monstro,vão dizer que foi crime de amor(já que ser gay hoje em dia parece ser moda),mas só para livrarem os monstros,Elisa já se foi e não pode dizer nada,tudo em prol da bandidagem,que vive e se livra da pena.BRASIL!. | Denuncie |

Autor: Francinaldo Morais
Quer dizer que o Bruno gostava de um macarrão com molho branco? Ai sim, fui surpreendido mais uma vez! | Denuncie |

Autor: edu gold
ressumindo... bichona! | Denuncie |

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