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Enterro de família assassinada no Amazonas será realizado hoje, em Manaus Segundo investigações da Polícia Civil, o publicitário Jimmy Roberto é responsável por orquestrar os assassinatos do pai, da tia e da prima em Manaus. A intenção seria receber uma herança e a pensão de R$ 3 mil da mãe, morta no ano passado. Detido, ele nega os crimes

Edson Luiz

Publicação: 24/01/2013 06:03 Atualização: 24/01/2013 08:02

Parentes e amigos evitaram falar sobre os crimes durante o velório dos três integrantes da família Belota. Enterro das vítimas será hoje (Luiz Vasconcelos/ A Crítica)
Parentes e amigos evitaram falar sobre os crimes durante o velório dos três integrantes da família Belota. Enterro das vítimas será hoje


Serão enterradas hoje as três pessoas de uma mesma família assassinadas na manhã de terça-feira, em Manaus. Para a Polícia Civil do Amazonas, o crime está elucidado. Ontem, o principal suspeito de ser o mandante dos assassinatos foi apresentado. O publicitário Jimmy Roberto, 30 anos, é filho de uma das vítimas e sobrinho e primo das outras duas. A princípio, o acusado chegou a acompanhar as investigações e passou mal ao ver os corpos que foram encontrados em dois bairros da capital. No mesmo dia, ele foi levado à delegacia para prestar depoimento, e, a partir da confissão de outros dois envolvidos nos homicídios, Jimmy foi detido. O motivo seria dinheiro.

Segundo as investigações, as primeiras vítimas do triplo homicídio foram a coordenadora-geral de comércio exterior da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Maria Gracilene Belota, 59 anos, e a filha, a estudante universitária Gabriela Belota, 26, tia e prima de Jimmy, respectivamente. Conforme a polícia, Jimmy teria entrado e saído da casa da tia, em um condomínio fechado na zona sul de Manaus, e, como desculpa, alegou que precisava pegar um objeto. Em seguida, avisou ao namorado, Rodrigo de Moraes Alves, e ao outro comparsa, Ruan Pablo Bruno Magalhães, que elas estavam na residência. Os dois entraram e mataram mãe e filha — elas foram estranguladas e feridas com um estilete. As vítimas foram encontradas pela empregada da casa de Gracilene, que as viu ao chegar ao trabalho. O corpo da coordenadora-geral da Suframa estava no corredor do apartamento e o de Gabriela, enrolado em um lençol, em cima da cama. A jovem estava noiva e se casaria neste ano.

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Autor: Jacqueline Leão
Chocante! A crueldade do ser humano é ilimitada. Quanta falta de amor! O pior de tudo é que este ser vai cumprir parte da pena e logo, logo estará de volta ao convívio social. Sou contra a pena de morte. Mas, a prisão perpétua seria muito bem vinda nestes casos. Monstruoso! Agora nem família, nem din | Denuncie |

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