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| Usuários nas calçadas da capital paulista. Estados e municípios já procuraram o governo para trocar experiências |
Marcada pela polêmica sobre a internação compulsória e a restrição da liberdade, a primeira semana da nova ação de combate ao crack adotada em São Paulo surpreendeu. O baixo número de retenções — 18 entre voluntárias e involuntárias —, a demora na disponibilização de leitos e a alta procura de pessoas em busca de tratamento para parentes indicam que o estado ainda precisa se preparar melhor. Especialistas alertam que a política de incentivo à internação não é a melhor solução para a epidemia do entorpecente e que faltam ações de acolhimento a essas famílias fragilizadas pela degradação dos dependentes químicos.
A crença na solução por meio da hospitalização causou polêmica nos primeiros dias da medida na capital paulista. Entidades de direitos humanos argumentam que a ação tem caráter de “limpeza social” e não preserva as pessoas como cidadãs. A vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia, Clara Goldman, reforça que existem outras maneiras de tratar o dependente químico. “Acreditamos em uma rede de acolhimento ao usuário capaz de mediar a relação entre a política pública e a necessidade efetiva dos que fazem uso da droga. Nossa preocupação é que essa política paulista permita a violações aos direitos”, esclarece Goldman.
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Esta matéria tem: (2) comentários
Autor: Júlio Albuquerque
Isso é o tipo de medida burra. Querem curar o câncer maquiando os sintomas com aspirina. O cerne do problema é erradicar a tráfico de drogas. Sem drogas, não há viciados. Mas é mais fácil fazer medidas paliativas, apenas para inglês ver. | Denuncie |
Autor: GILMAR PEREIRA
JA E UMA BOA AÇÃO MUITOS VÃO PENSAR VARIAS VEZES ANTES DE USAR DROGAS SABENDO QUE VÃO SER RECOLHIDOS IGUAL CACHORRO NA CARROCINHA, TERA MUITOS CONTRAS ESTES PODE INVESTIGAR QUE TEM UM PESINHO NO TRAFICO DE DROGAS. | Denuncie |