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| Hospital Evangélico: inquérito sobre mortes de pacientes já tem mil páginas |
Alguns erros, em mil páginas. Essa foi a justificativa dada pela Polícia Civil de Curitiba para a troca do verbo ‘raciocinar’ por ‘assassinar’, na transcrição de conversas telefônicas entre a médica Virgínia Helena Soares de Souza e um colega da unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Universitário Evangélico da cidade. A conversa, entregue à Justiça, foi interceptada durante as investigações de supostos assassinatos de pacientes terminais na unidade de saúde, que culminaram na prisão de Virgínia e de quatro funcionários. A defesa da médica vai pedir a retirada das transcrições do inquérito.
Leia mais notícias em BrasilCom a correção, a frase da médica foi reescrita: “Nós estamos com a cabeça bem tranquila para raciocinar, para tudo, né?”. A divulgação do primeiro texto aconteceu no início da semana, quando a gravação vazou para a imprensa. Entretanto, no sábado, a delegada que cuida do caso, Paula Brisola, havia feito a correção. Além da troca da palavra, havia outros erros na transcrição dos telefonemas, como nos nomes dos interlocutores. A interceptação foi feita em um dos ramais utilizados por Virgínia na UTI.
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Esta matéria tem: (2) comentários
Autor: jose quito
A mídia pode estar caindo em mais um caso Escola Base. | Denuncie |
Autor: Vinícius Galhardo
Oh mulher cruel!!! | Denuncie |