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Procon do Rio faz mutirão de conciliação para celebrar Dia do Consumidor Mais de 400 pessoas passaram durante a manhã pela Praça Saens Peña

Agência Brasil

Publicação: 15/03/2013 16:14 Atualização:

Rio de Janeiro – Mais de 400 pessoas foram atendidas na manhã desta sexta-feira (15/3) durante mutirão de conciliação na Praça Saens Peña, zona norte do Rio, em comemoração ao Dia Mundial dos Direitos do Consumidor. A ação contou com a presença de representantes do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon), da Secretaria Extraordinária de Defesa do Consumidor e de diversas empresas.

“A expectativa é que no horário da tarde esse número aumente, visto que muitas pessoas vieram, primeiramente, buscar informações para poder voltar com os documentos necessários”, explicou a secretária municipal de Defesa do Consumidor, Solange Amaral. “Estamos promovendo as negociações diretas com as 23 empresas que estão dispostas a resolver problemas hoje. A maior parte dos casos não está sendo remarcado”, completou.

O atendimento é organizado por senhas, de acordo com o horário de chegada do consumidor e da capacidade de atendimento das empresas que estão no local. No caso das instituições que não estão no local, as reclamações são feitas diretamente ao Procon, mas, para isso, o consumidor tem de levar os documentos pessoais e os documentos referentes à reclamação.

No Largo da Carioca, onde é realizado outro mutirão, o ouvidor do Procon, Antonio Albuquerque, disse que o evento traz muitos resultados, especialmente para as pessoas sem acesso à informação. “O consumidor fica angustiado por, muitas vezes, não saber onde procurar, não saber o seu direito e, infelizmente, é tratado com descaso por muitas empresas. Sabendo que tem o respaldo do Procon, que a lei garante direitos, ele vem e resolve seu problema, o que resulta em confiança, principalmente entre as pessoas mais humildes que não sabem onde recorrer.”

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No mutirão, os consumidores entram diretamente em contato com representantes de empresas para a negociar dívidas, resolver situações de cobranças indevidas, falar sobre produtos com defeitos, atrasos, extravios, danos na entrega, entre outros.

O atendente de suporte técnico Luan Figueiredo participou da iniciativa para buscar negociação com um banco. “Quero uma consignação para tentar parcelar minha dívida e tentar quitar o mais rápido possível. Eles me mandam cartas todos os meses, mas sempre aumentando as dívidas, nunca diminuindo.” Caso os consumidores não consigam resolver as pendências com as empresas, é marcado um novo encontro. Caso, mesmo assim, não ocorra acordo, o Judiciário é acionado para a solucionar a questão.

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