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Publicação: 21/03/2013 08:27 Atualização: 21/03/2013 08:42
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| Velório do cantor Emílio Santiago na Câmara de Vereadores do RJ |
Para alguns, ele era apenas o intérprete de Saygon e Verdade chinesa. Para outros, tornou-se conhecido como o múltiplo cantor de clássicos da música popular da série de discos Aquarela brasileira. Mas, independentemente de por qual ângulo se via o carioca Emílio Santiago, uma percepção era certeira: sua voz — grave, aveludada e elegante — era uma das maiores do Brasil. Emílio estava internado no CTI do Hospital Samaritano, na capital fluminense, desde o último dia 7 de março, após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Ele morreu ontem, aos 66 anos, por volta das 6h30, por complicações decorrentes do AVC.
Apesar de estar no hospital há 13 dias, a morte do cantor pegou amigos e familiares de surpresa. “Como é que o Brasil vai viver sem essa voz e como é que eu vou viver sem meu amigo?”, disse a cantora Alcione após deixar o hospital. O corpo do artista foi velado ontem, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, e o enterro está marcado para às 11h desta quinta-feira (21/3), no Memorial do Carmo.
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