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Correio acompanha 24 horas dos profissionais que trabalham no Samu No DF, são 10 mil chamados por mês. A agilidade no resgate salva vidas, mas trânsito, trotes e superlotação em emergências atrapalham a missão

Renata Mariz

Julia Chaib - i

Publicação: 08/12/2013 08:00 Atualização: 08/12/2013 11:45

 (Iano Andrade/CB/D.A Press 
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São 8h49 de uma quarta-feira. No chamado, a Central 192 informa que a vítima idosa caiu, tem um corte de 5 a 7 cm no queixo, fratura em quatro dentes, forte dor no membro superior direito, sem mobilidade ativa. Dois profissionais colocam a máscara, enquanto o condutor da viatura dispara a primeira de uma série de sirenes que ajudarão o grupo a chegar ao paciente. Embora o caso tenha sido classificado como leve pelo médico regulador que dá suporte, a distância, às equipes, o técnico em enfermagem Tevaldo Siqueira Mareco prefere a precaução. Faz um sinal da cruz e comenta: “Cada ocorrência é uma situação diferente. Nunca sabemos o que vamos encontrar. Aqui é vibração total, adrenalina o tempo todo.”



Estamos no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, que completou 10 anos de existência no Brasil em 2013. Ao abordar a iniciativa considerada revolucionária até por críticos ferrenhos das políticas governamentais, a reportagem do Correio acompanhou o Samu do Distrito Federal durante 24 horas.

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Uma rotina cansativa, mas estimulante. Cada chamado é distribuído para uma equipe de atendimento. As ambulâncias podem ser de suporte básico ou avançado. Em ambos os tipos, os equipamentos disponíveis são de primeira. Médico do Samu, André Japiussi fala sem medo de exagerar. “Minha ambulância é melhor que muita sala de emergência de alguns lugares.”

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Autor: Luiz Sergio
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