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Apenas 12% dos cursos de pós-graduação do país tem qualidade internacional Programas de mestrado e de doutorado melhoraram nos últimos três anos, mas ainda são poucos os que atingiram nível internacional de qualidade; na lista dos 406 melhores do país, 12 estão na capital federal - todos da UnB

Daniela Garcia - Correio Braziliense

Publicação: 11/12/2013 06:03 Atualização: 11/12/2013 08:58

A Universidade de Brasília é a única no DF que oferece programas de pós-graduação com qualidade internacional  (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press - 4/4/13)
A Universidade de Brasília é a única no DF que oferece programas de pós-graduação com qualidade internacional

 

O Brasil conta cada vez mais com programas de pós-graduação de qualidade internacional, mas esse número de seletas instituições ainda representa apenas 12% dos 3.337 cursos avaliados entre 2010 e 2012, de acordo com estudo divulgado ontem pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Dentre os programas de mestrado e doutorado avaliados, 406 estão no topo da lista de excelência, mas só 12 são do Distrito Federal — todos da Universidade de Brasília (UnB).

Numa escala de 1 a 7, o estudo considera que apenas os programas com notas 6 e 7 são de qualidade internacional. De acordo com dados da Capes, a maioria — 2.273 — tem qualidade satisfatória (notas 3 e 4); 598 tiraram notas de excelência nacional (5), e 60, que ficaram abaixo da média, com notas 1 e 2, poderão ser descredenciadas pelo Ministério da Educação. A lista dos programas que receberam notas baixas será divulgada somente após analise dos recursos das instituições de ensino, que será feita pela própria Capes em até 30 dias.

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Ao anunciar os resultados da pesquisa, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, rejeitou a ideia de que a quantidade de cursos de qualidade internacional é pequena em relação ao total de instituições brasileiras. Ele alegou que o percentual de programas que elevaram suas notas (23%) é maior do que os que sofreram queda de qualidade (8%), na comparação com a avaliação trienal de 2010. “Houve uma evolução positiva da ampla maioria dos programas avaliados”, disse o ministro.

A UnB é um exemplo dessa ascensão. Na avaliação dos últimos três anos, a universidade triplicou a quantidade de cursos com excelência internacional. Os dois programas da instituição que receberam a nota máxima são os de antropologia/arqueologia e de matemática, estatística e probabilidade. O destaque para a área de exatas foi uma das novidades em relação à avaliação anterior, de acordo com o reitor da UnB, Ivan Camargo. “Esse resultado foi superpositivo para universidade porque a avaliação da Capes é muito rigorosa”, comentou. No estudo anterior, a UnB teve apenas três programas com nota 6. Neste ano, foram 10.

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