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Dilma diz que 'guerra psicológica' prejudica desenvolvimento do Brasil A menos de um ano das eleições, presidente foca no principal alvo de ataques dos adversários: o setor econômico do governo

Amanda Almeida

Grasielle Castro - Correio Braziliense

Publicação: 29/12/2013 20:40 Atualização: 29/12/2013 21:05

A presidente Dilma Rousseff usou, na noite deste domingo (29), a rede nacional de rádio e televisão para deixar sua mensagem de fim de ano aos brasileiros. A menos de um ano das eleições, quando será candidata à reeleição, ela focou seu discurso na área econômica, que vem sido o principal alvo de ataques dos adversários, e nos programas sociais do governo.

Em um recado aos “críticos”, a presidenta disse que a “instalação da desconfiança” é muito ruim para o Brasil e que uma “guerra psicológica” pode inibir investimentos e retardar iniciativas.

“Sinto a alegria de poder tranquilizar vocês dizendo-lhes que entre 2014 com a certeza que o seu padrão de vida vai ser ainda melhor do que você tem hoje. Sem risco de desemprego, podendo pagar suas prestações, em condições de abrir sua empresa ou ampliar o seu próprio negócio”, disse a presidente, acrescentando que o país tem “uma das menores taxas de desemprego do mundo”.

Dilma admitiu problemas no combate à inflação. “Continuamos nossa luta constante contra a carestia. Nela, tivemos alguns problemas localizados, mas chegamos a um ponto de equilíbrio que garante a tranquilidade do planejamento das famílias e das empresas”, avaliou a presidente.

Ela atacou a oposição por criticar a política econômica do governo. “O governo teve uma ação firme, atuou na redução de impostos e na diminuição da conta de luz. Nesses últimos casos, enfrentando duras críticas daqueles que não se preocupam com o bolso da população brasileira”, afirmou.

A presidente também destacou os programas sociais do governo, que ajudaram o ex-presidente Lula a se reeleger e fazer a sua sucessora. “O Mais Médicos foi um dos destaques. Hoje já temos 6.658 novos médicos em 2.177 cidades, beneficiando cerca de 23 milhões de pessoas”, comemorou, citando ainda o Minha casa, minha vida, o Brasil sem miséria.

Dilma terminou o discurso com mais uma injeção de otimismo. “Existem poucos lugares no mundo onde o povo tenha melhores condições de crescer, melhorar de vida e ser mais feliz.”

Com informações da Agência Brasil

Esta matéria tem: (7) comentários

Autor: Paulo Costa
Só faltou dizer que a única "guerra psicológica" tem dez anos, a "Década Perdida", com o Partido das Trevas no Poder!! Essa sim é uma "guerra" que está destruindo/bombardeando "cirurgicamente" nossas estruturas, nossa economia, nosso crescimento, todos os setores de nosso País. | Denuncie |

Autor: paulo
O aumento do IOF às vésperas das férias bem como o aumento da gasolina, mesmo sabendo da potencia que é a Petrobras para recuperar as perdas, não é guerra psicológica. Faça o seguinte. Diminua o salário dos conselheiros que dá para equilibrar as contas. Pais de tecnocrata e políticos safados!!!!!!!!! | Denuncie |

Autor: paulo
Realmente guerra psicológica não leva a nada. Melhor mesmo é criar novos impostos para melhorar a arrecadação, de 0,38 para 6,38 com a bandeira da queda. Isto realmente não é guerra psicológica. É mais imposto mesmo. | Denuncie |

Autor: Leonardo Victor
Viva a um BASILSAO de bolsa família ! | Denuncie |

Autor: Cleide Soares
Espera aí, presidente, o que atrapalha o desenvolvimento do Brasil é a corrupção e a incompetência. No mais, somos um país otimista por natureza. Até demais. | Denuncie |

Autor: Adriana Silva
Como alguém pode ser otimista quando constata o peso da inflação no bolso. Certamente a presidente não vai semanalmente ao supermercado. Também deve desconhecer a estrondosa dívida pública. Não é pessimismo Sra. presidente, é REALISMO. | Denuncie |

Autor: Denisar belvedere
Ela tem tanta certeza dos recursos do pré-sal que serão destinados à saúde e à educação que vetou no orçamento dispositivo que excluía esses recursos da possibilidade de contingenciamento. | Denuncie |

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