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Sobe para 13 o número de mortos por causa da enchente em Itaóca, SP Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil continuam com os trabalhos de buscas a 13 desaparecidos; há pelo menos 100 famílias desalojadas e 19 desabrigadas

Agência Brasil

Publicação: 16/01/2014 12:05 Atualização: 16/01/2014 12:25

Não há mais pontos de alagamentos, apenas muito sujeita, lama, terra, destroços, pedaços de madeira entre outros objetos deixados pelas inundações (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Não há mais pontos de alagamentos, apenas muito sujeita, lama, terra, destroços, pedaços de madeira entre outros objetos deixados pelas inundações


São Paulo –
Subiu para 13 o número de vítimas fatais das enchentes que atingiram Itaóca entre a noite do último domingo (12/1) e a madrugada de segunda-feira (13/1). Nessa quarta-feira (15/1) o corpo de Luciano Rodrigues dos Santos, 25 anos, foi encontrado boiando no Rio Ribeira de Iguape, no município de Iporanga, vizinho a Itaóca, no Vale do Ribeira. Há pelo menos 100 famílias desalojadas e 19 desabrigadas.

Nesse mesmo rio já tinha sido encontrado o menino Iago Henrique Mota de Oliveira, de 4 anos. Essas duas vítimas eram moradoras do bairro Guarda Mão, o mais afetado pelo transbordamento do Rio Palmital, um afluente do rio Ribeira de Iguape que atravessa a pequena cidade de Itaóca, com cerca de 3,2 mil habitantes. E acredita-se que outras vítimas possam também ter sido arrastadas pela força da correnteza para pontos mais distantes de Itaoca.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil continuam com os trabalhos de buscas a 13 desaparecidos. “É um trabalho que, às vezes, é dificultado por alarmes falsos porque os cães farejadores que ajudam nessa tarefa indicam um local onde há mau cheiro e quando as equipes chegam ao ponto indicado veem que na verdade, trata-se de um animal, um cachorro ou um cavalo morto”, explicou Erli Rodrigues Fortes, secretário municipal de agropecuária de Itaoca.

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Ele informou que o leito do rio Palmital já voltou ao normal e não há mais pontos de alagamentos, apenas muito sujeita, lama, terra, destroços, pedaços de madeira entre outros objetos deixados pelas inundações. O estado de calamidade pública permanece e foi reconhecido pelo governador Geraldo Alckmin que enviou equipes para auxiliar nos trabalhos em andamento como técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para efetuar a vistoria sobe riscos de novos deslizamentos.

Ainda segundo Erli, a maioria dos desabrigados e desalojados foi para a casa de parentes e amigos.

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