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Bombeiros ensinam técnicas de prevenção e salvamento no mar, no Rio Os guarda-vidas da Barra da Tijuca são os que fazem o maior número de salvamentos anualmente

France Presse

Publicação: 25/01/2014 17:59 Atualização:

O mar calmo e o forte calor que tem feito neste verão no Rio de Janeiro, não é sinal de que o Corpo de Bombeiros não terá trabalho nesta época do ano. Os banhistas por não terem conhecimento do mar acabam caindo numa vala ou correnteza, e são arrastados para fora da arrebentação.

De acordo com o capitão Felipe Pimenta, do Grupamento Marítimo de Salvamento da Barra da Tijuca, o banhista ao chegar a praia deve observar as condições do mar e, principalmente a direção das correntes marinhas, o tamanho das ondas e a localização dos bancos de areia.

Os guarda-vidas da Barra da Tijuca são os que fazem o maior número de salvamentos anualmente. Somente no ano passado, foram 5.246 socorros, contra 2.626 de Copacabana, que tem a segunda incidência de salvamentos.



Segundo o capitão Pimenta, a área da Barra da Tijuca é muito mais extensa, e compreende ainda os destacamentos do Recreio dos Bandeirantes, Praia da Reserva, Grumari, Macumba, Prainha e Guaratiba "As praias da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes têm correntes muito mais fortes e em maior quantidade, o que leva o banhista a se afogar com mais facilidade", explicou.

De acordo com o comandante de área das Atividades de Salvamentos Marítimos do Corpo de Bombeiros do Rio, coronel Marcos Almeida este aumento considerável de socorros prestados durante o verão na Barra da Tijuca ocorre porque existe um fator sazonal na frequência do bairro. "A praia de Copacabana recebe turistas o ano todo, enquanto a praia da Barra da Tijuca recebe grande número de banhistas em sua orla somente durante o verão", avaliou.

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Os dois militares do Corpo de Bombeiros fizeram hoje (25) palestras sobre a importância da observação das condições do mar para prevenir afogamentos. A iniciativa, efetuada em parceria com a escola Yoga Surf School reuniu alunos, instrutores de surfe e frequentadores da praia.

O menino Paulo Fernandes Rattes, 9 anos, aluno da escola de surfe aprovou a aula. "O bombeiro nos contou que a água pode parecer calma, mas às vezes pode ser mortal e pode trazer muitas coisas, como o afogamento, e temos que ficar atentos as correntes", disse.

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