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Rio vai elaborar plano de contingência para evitar caos nos transportes As concessionárias têm trinta dias para apresentar proposta que evite transtornos em caso de interrupções

Agência Brasil

Publicação: 28/01/2014 20:02 Atualização:

Reunidos nesta terça-feira (28/1), representantes da Casa Civil, da Secretaria de Transportes e das concessionárias CCR (barcas), SuperVia (trens) e Metrô Rio e da Agência Reguladora de Transportes Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) decidiram elaborar um plano de contingência integrado para evitar transtornos aos usuários quando houver interrupção dos serviços, como ocorreu quarta-feira (22/1) passada com o sistema de trens urbanos, nas proximidades da Estação São Cristóvão, na zona norte da capital.

O conselheiro-presidente da Agetransp Cesar Mastrangelo, informou que as concessionárias terão 30 dias para elaborar o plano em conjunto e apresentá-lo à Agetransp. “Hoje discutimos algumas diretrizes. Primeiro, [o plano] tem que estar integrado aos planos individuais de cada modal. Segundo, deve haver comunicação única com o usuário, padronização do atendimento aos usuários", disse Mastangelo. Para ele, bilhetes integrados têm de ser aceitos em tais situações. “Lançamos as bases para o plano e, ao longo de 30 dias, [as concessionárias] vão detalhar essas premissas e sugerir outras.”

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De acordo com Mastrangelo, na próxima reunião, marcada para 25 fevereiro serão acertados detalhes, como a proposta de restituição pelos bilhetes integrados, e a previsão é que o plano seja implementado logo depois. “Sempre preservando a mobilidade, a segurança e o pleno atendimento ao usuários em eventos de maiores proporções como o que aconteceu, infelizmente, na semana passada”, acrescentou.

Após detectar falhas no plano de contingência, na comunicação e no atendimento aos usuários dos trens, a Agetransp anunciou que vai multar a SuperVia. As causas do problema de quarta-feira ainda estão sendo investigadas.


Mastrangelo disse que o novo conselho da agência, que assumiu no início deste ano, dará prioridade à fiscalização e à cobrança mais célere da melhoria dos serviços. “Não basta trabalhar na correção, temos também que trabalhar na prevenção”, afirmou.

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