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Obras do metrô em SP começam em 90 dias e custarão R$ 4,2 bilhões Estima-se que 314 mil passageiros usarão esta nova linha diariamente, beneficiando, principalmente, a população de São Caetano, Santo André e São Bernardo do Campo

Agência Brasil

Publicação: 29/01/2014 14:07 Atualização:

O governo paulista e o Ministério das Cidades assinaram nesta quarta-feira (29/1) um termo de compromisso para a construção da Linha 18 – Bronze do Metropolitano de São Paulo (Metrô). A obra, que terá um custo total de R$ 4,2 bilhões, ligará a região do ABC à rede metroferroviária já existente. É a primeira vez que o metrô abrangerá outras cidades além da capital. Estima-se que 314 mil passageiros usarão esta nova linha diariamente, beneficiando, principalmente, a população de São Caetano, Santo André e São Bernardo do Campo.

Na mesma ocasião, foi lançado o edital de concorrência internacional, por meio de Parceria Público-Privada (PPP), para as obras, operação e manutenção. O ganhador terá a concessão do trecho por um período de 25 anos. “Ganhará a licitação quem tiver a maior oferta de investimento, ou seja, que diminua a contraprestação do Estado”, explicou o governador Geraldo Alckmin. A proposta inicial é que metade do custeio seja bancado pela iniciativa privada, R$ 1,9 bilhão, e a outra parte seja arcada pelo governo paulista.

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A nova linha do Metrô acrescentará 15,7 quilômetros e 13 novas estações à rede. Contará com 26 trens, um pátio de estacionamento, manobras e manutenção de trens, além de três terminais de integração intermodal, a serem construídos pela prefeitura de São Bernardo do Campo. O trem funcionará com o sistema de monotrilho, que funciona com energia elétrica e se movimentam com pneus, o que torna a movimentação silenciosa e ambientalmente correta. O governo estadual espera que em um prazo de 90 dias as obras possam começar. A previsão de entrega é 2018.

O governo federal financiará a obra com R$ 400 milhões com recursos do Orçamento Geral da União e R$ 1,2 bilhões de financiamento público com juros subsidiado. “Falamos em grande cifras, mas elas só tem sentido quando se refletem na mudança de vida dos cidadãos. Falar em mobilidade urbana é promover qualidade de vida para a pessoas”, declarou o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, que esteve presente na solenidade de celebração do convênio. Ele considerou a opção pelo monotrilho positiva, pois evita que sejam feitas um grande número de desapropriações.

O prefeito de São Bernardo do Campo, Luís Marinho, que preside o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, avaliou que, embora esta iniciativa tenha demorado, ela será fundamental para melhorar a qualidade de vida dos habitantes da região. “A Rodovia Anchieta, no início da manhã e final da tarde, mais parece uma avenida, pela quantidade carros que transitam. Essa obra vai encurtar muito o trajeto de milhares de pessoas”, apontou. Ele destacou que “enfim o metrô vai se tornar metropolitano”.

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