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Manifestantes são recebidos pela Secretaria de Segurança Pública de SP Comissão de militantes pediu que o governo estadual se retrate do apoio concedido a policiais militares

Agência Brasil

Publicação: 31/01/2014 20:54 Atualização:

Após um ato em frente à Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) na tarde desta sexta-feira (31/1), alguns manifestantes foram recebidos pelo secretário adjunto do órgão, Antonio Carlos da Ponte. A comissão de militantes pediu que o governo estadual se retrate do apoio concedido aos policiais militares que balearam o estoquista Fabrício Chaves em um protesto no último sábado (25/1). O jovem foi atingido ao reagir a uma abordagem policial durante uma manifestação contra os gastos públicos na organização da Copa do Mundo.

Foi solicitado ainda que a polícia não utilize armas de fogo em protestos e a apuração dos casos de abuso policial na periferia, em especial na zona sul da capital paulista. O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Simões, que participou da reunião, disse que ficou acertado que os movimentos sociais serão recebidos pelo titular da secretaria, Fernando Grella, em uma reunião que ainda será agendada.

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Segundo Simões, a intenção é continuar a pressionar o governo para que as reivindicações sejam atendidas. “Hoje nós viemos para a frente [ do prédio], mas nós vamos lá para dentro, se necessário”, disse. “Ele atendeu, ouviu, mas não teve nenhum encaminhamento, nada de efetivo”.

Também participaram do protesto o Fórum Popular de Saúde, o movimento Periferia Ativa e o coletivo Se Não Tiver Direitos, Não Vai Ter Copa. O grupo se concentrou em frente ao Theatro Municipal, na região central da cidade, e seguiu em passeata em direção à sede da SSP.

Eles permaneceram em frente ao prédio por cerca de duas horas, portando faixas e gritando palavras de ordem contra a violência da polícia e também contra a Copa do Mundo no Brasil. A polícia fez um cordão de isolamento em volta do edifício. O ato foi pacífico.

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