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SP recebe 18 polos da Universidade Aberta do Brasil para formar professores Os educadores poderão escolher entre 125 cursos de especialização

Agência Brasil

Publicação: 11/02/2014 16:19 Atualização: 11/02/2014 16:33

A Universidade Aberta do Brasil (UAB) inaugurou 18 polos nesta terça-feira (11/2) na capital paulista. São as primeiras unidades em São Paulo do programa do governo federal, criado em 2006. A proposta é oferecer cursos de ensino superior à distância, prioritariamente para professores de educação básica. Serão disponibilizadas 6 mil vagas, em 30 cursos diferentes, de 12 universidade públicas, sob orientação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

“A intenção é aprofundar cada vez mais as parcerias com estados e municípios na formação dos professores. Aqui é um grande exemplo de pactuação entre as instituições formadoras e também com os professores da rede municipal”, apontou o ministro da Educação, José Henrique Paim. Ainda em 2014, a prefeitura paulista deve inaugurar mais 14 polos da UAB no município, totalizando 32 unidades em todas as diretorias de ensino.

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Neste ano, os educadores poderão escolher entre 125 cursos de especialização, como, por exemplo, educação científica, ensino de artes visuais, práticas pedagógicas e gestão pública. Serão oferecidos ainda 12 cursos de aperfeiçoamento e 31 de licenciaturas em educação física, letras português, matemática e pedagogia. Os polos de apoio presencial funcionarão nos Centros Educacionais Unificados (CEUs). “É uma infraestrutura forte, e queremos fazer com que seja usada até o seu limite, oferecendo cada vez mais vagas”, apontou o ministro.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, a capital tem cerca de 80 mil professores. O prefeito Fernando Haddad destacou que os profissionais da rede estadual também poderão ser beneficiados com essa iniciativa, por meio de parceria com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). “Os CEUs estão à disposição do governo do estado, porque, se você vai à periferia, percebe que há falta de professores na rede básica, mas em maior escala no ensino médio”, apontou.

Haddad avalia que essa formação vai possibilitar a formação de educadores das próprias comunidades, o que favorece o processo de ensino e aprendizagem. “A presença física dessas pessoas, indo e voltando para os CEUs, trocando ideias, perspectivas, muda a cabeça dos jovens da periferia. Eles vão olhar para os professores, ver o esforço e vão considerar outras possibilidades de desenvolvimento que hoje não estão diante dos olhos deles”, avaliou.

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