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Ativista nega conhecer suspeito pela morte de cinegrafista em manifestação Deputado Marcelo Freixo negou qualquer ligação com os dois suspeitos pela violência contra o cinegrafista

Agência Brasil

Publicação: 11/02/2014 17:58 Atualização:

A ativista Elisa Quadros, mais conhecida pelo apelido Sininho, prestou depoimento hoje (11/2) na 17ª Delegacia de Polícia, em São Cristóvão, zona norte do Rio. Ela foi convocada após uma conversa por telefone com um estagiário do advogado Jonas Tadeu Nunes, que defende o tatuador Fábio Raposo, envolvido na morte do cinegrafista Santiago Andrade.

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Na conversa de domingo, Sininho disse que haveria uma ligação entre o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) e Caio Silva de Souza, suspeito de ter lançado o rojão que provocou a morte do cinegrafista. O diálogo foi ouvido pelo delegado Maurício Luciano.

O deputado Marcelo Freixo negou qualquer ligação com os dois suspeitos pela violência contra o cinegrafista, atingido na quinta-feira (6/2), durante protesto contra o aumento das passagens de ônibus.

Sininho chegou por volta das 14h e saiu da DP às 16h30, depois de prestar esclarecimentos a um delegado assistente. Na saída, houve tumulto por causa do grande número de jornalistas. Sininho quase não falou. Perguntada se conhecia o suspeito de ter acendido o rojão, ela disse: “Eu não conheço o Caio”. Sobre o episódio envolvendo o deputado Freixo, disse que estava "tudo esclarecido".

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