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Após crimes, UFPE exige cartões de identificação para reforçar segurança Alunos vão usar cartão e visitantes preencherão formulário. Dois sequestros relâmpagos foram registrados no campus em menos de 15 dias

Diário de Pernambuco

Publicação: 14/02/2014 11:46 Atualização:

 (Annaclarice Almeida/DP/D.A Press/Arquivo)


Por quase uma hora, uma servidora e estudante de administração de 26 anos viveu momentos de terror após ser abordada por um assaltante a 100 metros do Centro de Ciências Sociais Aplicadas, no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A vítima havia acabado de sair do carro quando um bandido a abordou, de arma em punho, e exigiu que ela seguisse até um posto de combustíveis na Avenida Caxangá, onde foi obrigada a sacar R$ 300 em um caixa eletrônico. Depois, foi abandonada no bairro do Prado. O sequestro relâmpago foi o segundo registrado no mesmo local em menos de 15 dias. Após a repercussão e críticas dos estudantes e servidores, a UFPE anunciou medidas para reforçar a segurança. Uma novidade será a entrega de cartões magnéticos de identificação aos alunos e servidores.

“O objetivo é inibir a presença de pessoas indesejadas na universidade. Quem não for nem estudante nem servidor e quiser ter acesso ao campus será filmado pelas câmeras e terá que preencher um formulário”, explicou o reitor em exercício da UFPE, Silvio Romero Marques. Além disso, 100 câmeras de monitoramento serão instaladas nos 12 hectares do campus ainda neste semestre. Atualmente, há apenas 32. Já está em fase de licitação também a contratação de 100 novos seguranças desarmados. Atualmente, o efetivo é de 320 vigilantes desarmados e 40 armados.

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Na quinta-feira (14/2), a área onde está o prédio do CCSA também recebeu melhorias para garantir mais segurança. Foram instalados dois refletores no estacionamento e ainda foi dado início ao serviço de capinação do entorno. “O ambiente tem que ser modificado. Precisa de uma melhor iluminação e tratamento da plantação que está crescendo”, admitiu Marques. Outra intervenção será a poda das árvores de grande porte. Por fim, a superintendência de segurança da UFPE ainda contatou a Secretaria de Defesa Social e a Polícia Civil para investigar os dois casos. A Delegacia da Várzea irá apurar se os dois sequestros-relâmpagos têm relação entre si.

Em entrevista à TV Clube/Record, a estudante, que também trabalha na Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida, relatou que o criminoso perguntava se ela queria morrer. “Ele apontava a arma para minha cabeça, depois guardava”, disse. Após sacar o dinheiro, a vítima seguiu dirigindo até uma rua do Prado. “Ele só me deixou porque viu um protesto que estava acontecendo com a presença da polícia”, contou.

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Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: heber barbosa
Até quando os Reitores das Universidades Federais deste pais vão fazer vistas grossas;O quanto é importante uma policia 24 horas nos campus?Quando morrer um Estudante, um Professor e um Funcionário vão lamentar...que Absurdo! | Denuncie |

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