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Professor morto em assalto a banco não era assaltante, diz polícia Inicialmente, havia a hipótese dele estar ligado à quadrilha que atacava caixas eletrônicos em cidades do interior dos dois estados

Publicação: 26/02/2014 09:05 Atualização: 26/02/2014 10:03

A polícias civis de São Paulo e a de Minas Gerais descartaram a hipótese de que o professor Silmar Júnior Madeira, 31 anos, seja ligado à quadrilha que atacava caixas eletrônicos em cidades do interior dos dois estados.

Madeira foi assassinado durante uma operação policial que resultou em nove mortos em Itamonte (MG), no último fim de semana. Para o delegado do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), Ruy Ferraz Fontes, o tiro que matou o professor pode ter partido dos bandidos.

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Silmar foi feito refém por um dos bandidos quando deixava a casa da namorada, em Itamonte. Na fuga, foi obrigado a dirigir o próprio carro e a servir de escudo para o assaltante. Os dois foram mortos, de acordo com o delegado, após intenso tiroteio travado em uma estrada sem iluminação.
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