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Galo da Madrugada e Cordão da Bola Preta: qual será o maior bloco do país? Amanhã, os centros do Recife e do Rio de Janeiro vão ser tomados por uma multidão de foliões. Galo da Madrugada e Cordão da Bola Preta esperam arrastar mais de 4 milhões de pessoas, em um novo round dessa animada disputa pelo título informal de maior bloco do Brasil

Ana Pompeu

Publicação: 28/02/2014 06:00 Atualização: 28/02/2014 09:10

 (Henrique Freira/Divulgação - 13/2/10)
 

Já considerado o maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada consegue a proeza de levar às ruas quase 400 mil pessoas a mais do que toda a população do Recife. Com a expectativa de reunir 2,2 milhões de foliões neste ano, o bloco deve superar com facilidade os 1,6 milhão de habitantes da capital pernambucana. Tão grande quanto, o Cordão da Bola Preta, do Rio de Janeiro, espera 2,5 milhões de pessoas para curtir o samba e as tradicionais marchinhas que caracterizam o seu desfile. Numa disputa acirrada — e com números difíceis de serem comprovados —, o Bola Preta superou o Galo pela primeira vez em 2011 e ampliou a vantagem no ano seguinte. Este ano, os dois megablocos prometem, de novo, entupir de gente as áreas centrais do Recife e do Rio de Janeiro.

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Um trabalho gigantesco é necessário para dar forma aos blocos. No Galo da Madrugada, são 170 diretores e mais de 3 mil pessoas em funções de apoio durante o desfile. Até mesmo o presidente, Rômulo Meneses, se diz impressionado com o tamanho da agremiação. “Mesmo a gente, que está envolvida, não tem ideia da dimensão da área ocupada até ver as imagens de helicóptero. Os bairros de São José, Santo Antônio e Boa Vista ficam completamente tomados”, descreve.

 (Leo Caldas/ AFP)


O número grandioso é reconhecido internacionalmente. Em 1995, o Livro Guiness dos recordes o classificou como maior bloco de rua do mundo, após o Galo levar, no ano anterior, mais de 1,5 milhão de pessoas às ruas para brincar ao som do frevo, do maracatu e de outros ritmos pernambucanos. E pensar que o Galo foi criado em um momento de decadência do carnaval recifense. “Há 36 anos, não tínhamos a pretensão de sermos tudo isso”, relembra. E são vários os motivos do sucesso. “Nunca tivemos cordão de isolamento nem distinção de classe. Além disso, tem o espírito carnavalesco presente no espírito do pernambucano desde criança”, diz o presidente.

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