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Família consegue recursos para trazer corpo de músico morto em Portugal No total, a família precisava de R$ 43 mil, para pagar os custos com a funerária e a passagem para a esposa e duas filhas de criação de Ney voltarem para o Brasil

Mirelle Pinheiro

Publicação: 28/02/2014 14:24 Atualização: 28/02/2014 14:23

Ney Teclas morava em Portugal há sete anos (Arquivo pessoal)
Ney Teclas morava em Portugal há sete anos

O ato de solidariedade de pessoas de várias regiões do Brasil ajudou a família do tecladista Holney Silva de Vasconcelos, 39 anos. Ney Teclas, como era conhecido entre os amigos, faleceu no último dia 16, após um show em Alquerão, cidade a 25km de Lisboa. O músico, que morava em Portugual há sete anos, teve um infarto fulminante, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Sem condições de pagar o translado do corpo, os parentes começaram uma campanha para angariar fundos. O Correio relatou o caso na última sexta-feira (21/2).

"Depois que a reportagem foi veiculada, apareceram doações do país inteiro, como Pará, São Paulo, Uberlândia e Sorocaba. Todos ajudaram nessa causa e, agora, conseguimos trazer o meu irmão", conta Conceição Silva, irmã de Holney. A família fez uma campanha na internet pedindo doações para pagar a viagem.

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O corpo, no entanto, ainda não tem data precisa para chegar ao país. A família acredita que, devido ao feriado de carnaval no Brasil e a um feriado na terça-feira (4/3), em Portugal, os tramites devem demorar até a próxima quinta. Ney será enterrado na cidade onde nasceu, em Crixás (GO).

No total, a família precisava de R$ 43 mil, para pagar os custos com a funerária e a passagem para a esposa e duas filhas de criação de Ney voltarem para o Brasil. "O dinheiro que conseguimos é suficiente para arcar com todos os custos. Vamos usar a quantia que sobrou para ajudar instituições de caridade", explicou Conceição.

Além da campanha na internet, os amigos do tecladista fizeram shows em Goiás e Portugal, a renda dos eventos foi destinada a causa social. Procurada pela família, a Secretaria de Assuntos Internacionais do Estado de Goiás, cedeu 2,5 mil euros para a cremação do corpo.

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