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Mulheres querem ter mais poder de decisão e capacidade de influêcia "Ela também necessita ter mais desenvolvimento na área pessoal, em relação à sua sexualidade, ao tipo de profissão que quer seguir", disse a secretária executiva da Secretaria de Políticas para as Mulheres

Agência Brasil

Publicação: 07/03/2014 17:32 Atualização:

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, 8 de março, especialistas discutiram o chamado "empoderamento" (ganho de poder) econômico das mulheres e concluíram que a autonomia econômica é importante, mas é fundamental que a mulher tenha também maior capacidade de decisão no âmbito pessoal e da sociedade.

“Com a maior presença no mercado de trabalho, evidentemente que elas alcançam maior empoderamento e autonomia. O econômico tem papel importante, mas a mudança fundamental também vai para outros âmbitos, ela também necessita ter mais desenvolvimento na área pessoal, em relação à sua sexualidade, ao tipo de profissão que quer seguir”, disse a secretária executiva da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Lourdes Bandeira.

Ana Carolina Quirino, representante da ONU Mulheres, um órgão das Nações Unidas, compartilha a avaliação. “O empoderamento feminino não se restringe a acessar recursos e oportunidades econômicas, deve considerar também a capacidade das mulheres de influenciar as decisões econômicas e políticas".

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A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, considera que o Brasil tem avançado muito nas últimas décadas e que o Estado brasileiro tem construído políticas afirmativas efetivas para garantir mais espaço às mulheres.

“Nas nossas políticas públicas de inclusão da mulher do mercado de trabalho, isso também tem acontecido. No caso do Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego], voltado ao público do cadastro único, quase 70% são mulheres; no Crescer [programa de microcrédito produtivo], que é uma linha de crédito para empreendedores, são mais de 70% de mulheres. Estamos conseguindo não só valorizar a mulher no mercado de trabalho, mas garantir que ela tenha uma inserção privilegiada”, disse a ministra.

As avaliações foram apresentadas durante a Sexta com Debate, evento organizado pela Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi), do Ministério do Desenvolvimento Social.

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