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Passageira de avião que sumiu no Pará enviou mensagem relatando a pane A mensagem foi o último contato da aeronave antes de desaparecer, no início da tarde de terça-feira

Publicação: 20/03/2014 08:07 Atualização: 20/03/2014 09:03

Logo após receber as mensagens, por volta das 13h, o tio tentou telefonar para a sobrinha, no entanto, o celular já estava desligado (Reprodução)
Logo após receber as mensagens, por volta das 13h, o tio tentou telefonar para a sobrinha, no entanto, o celular já estava desligado


Um SMS de poucas linhas, enviado por Rayline Sabrina Campos, uma das passageiras de um avião bimotor que ia para Jacareacanga, no sudoeste do Pará, foi o último contato da aeronave antes de desaparecer, no início da tarde de terça-feira. A bordo, estava uma equipe de profissionais da Secretaria Especial de Saúde Indígena. No início da noite de ontem, as buscas foram suspensas. À tarde, o Ministério da Saúde divulgou o nome dos quatro passageiros e do piloto. Além de Rayline, integravam o grupo que faria o atendimento em aldeias indígenas da região as técnicas de enfermagem Luciney Aguiar de Souza e Raimunda Lúcia da Silva Costa, e o motorista Ari Lima. Luiz Feltrim pilotava o bimotor.

Desesperada, Rayline mandou uma mensagem para o celular do tio Rubélio Santos, quando o bimotor apresentou problemas. No primeiro torpedo, encaminhado às 12h47, ela relata a pane. “Tio, to em temporal e um motr parou avisa a mae q amo muit tods ...to aflita..to em pânico...se eu sair bem aviso...to perto do jkre...reza por nos...n avisa a tia ainda...(sic)”, dizia a mensagem. Um minuto depois, ela encaminhou outro aviso ao tio. “O motor ta parando. Socorro tio tio (sic)”.

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Logo após receber as mensagens, por volta das 13h, o tio tentou telefonar para a sobrinha, no entanto, o celular já estava desligado. Em entrevista ao portal de notícias G1, ele contou que a sobrinha saiu de Santarém, onde mora, na segunda-feira, para trabalhar na aldeia indígena. “Esteve aqui em Santarém, viajou ontem para ir para Itaituba e pegar o avião, hoje (terça-feira), para ir para Jacareacanga. Ela passa às vezes 15 ou 20 dias lá, e volta para cá para passar o dia com a gente. Na hora em que estava acontecendo o problema com o avião, ela passou duas mensagens que tinha parado o motor, pedindo socorro. Depois, ninguém teve mais contato com ela”, disse o tio.

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