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Julgamento de acusado de mandar matar Patrícia Acioli não será interrompido Na primeira fase do julgamento, foram ouvidas seis testemunhas de acusação

Agência Brasil

Publicação: 20/03/2014 19:11 Atualização:

O julgamento do tenente-coronel Claudio Luiz Silva Oliveira, ex-comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar de São Gonçalo e acusado de ser o mandante da morte da juíza Patrícia Acioli, assassinada em agosto de 2011, não será interrompido e terminará ainda nesta quinta-feira (20/3) ou na madrugada de amanhã (21). A determinação é da juíza Nearis Santos Carvalho Arce, que preside o julgamento, iniciado às 9h30.

Na primeira fase, que se encerrou às 17h50, foram ouvidas seis testemunhas de acusação. Em seguida, deverão ser ouvidas cinco testemunhas de defesa. A irmã da juíza assassinada, Simone Acioli, disse que a família só vai descansar quando todos os envolvidos forem presos.

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“O caso da minha irmã é só mais um exemplo da vergonha à que chegou a nossa polícia. Em vez de [a polícia] nos proteger, a gente se sente ameaçada e com medo dela. Ainda tem muito juiz ameaçado, no país inteiro, sem proteção. O nível de insegurança ainda é grande. Nós só vamos descansar quando todos os 11 [envolvidos] forem condenados”, declarou Simone.

Após a última testemunha de defesa ser ouvida, o julgamento entrará nas fases de réplica e tréplica entre a promotoria e a defesa. Em seguida, os sete jurados se reunirão para decidir se o tenente-coronel é culpado ou inocente. Ele já cumpre prisão preventiva em presídio federal no estado de Rondônia.

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