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Prefeitura de SP tem laboratório para desenvolver soluções de mobilidade Projeto visa a padronizar, com protocolos abertos %u2013 como os utilizados nos softwares livres -, todas as informações sobre mobilidade urbana da Secretaria de Transportes, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET)

Agência Brasil

Publicação: 21/03/2014 18:54 Atualização:

A prefeitura de São Paulo lançou nesta sexta-feira (21/3) o Laboratório de Tecnologia e Protocolos Abertos para a Mobilidade Urbana, que pretende desenvolver soluções tecnológicas para a área de mobilidade urbana.

O projeto visa a padronizar, com protocolos abertos – como os utilizados nos softwares livres -, todas as informações sobre mobilidade urbana da Secretaria de Transportes, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transportes (SPTrans). Dessa forma, todas as plataformas de dados disponíveis na prefeitura poderão interagir, o que não acorre atualmente.

Umas das missões do laboratório, segundo o prefeito Fernando Haddad, será a de elaborar os requisitos para os novos programas dos controladores de tráfego. Equipamentos que, entre outras coisas, controlam o tempo e a sincronia dos semáforos. Hoje, os dispositivos operam com softwares proprietários, e custam em torno de R$ 80 mil cada um. Haddad espera que, operando com protocolos abertos, o preço diminua até 80%.

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“São Paulo está dando um passo importante com vistas a quebrar os protocolos para permitir a produção industrial de equipamentos para a modernização da cidade. Estamos rompendo uma tradição de código fechado, de software proprietário, e migrando para uma situação em que novos players e produtores vão entrar no circuito e produzir o que a gente necessita a um custo muito menor”, disse.

O laboratório de tecnologia contará com R$ 800 mil de recursos orçamentários, e funcionará em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e da Fundação USP, que gerenciará bolsas de apoio à pesquisa, para estudantes e profissionais interessados.

As bolsas têm valores de R$ 351,90 a R$ 5.908,80, de acordo com o currículo e horas semanais dedicadas ao projeto. A primeira atividade do laboratório ocorrerá amanhã: uma maratona de hackers de 28 horas ininterruptas para desenvolver softwares de mobilidade urbana. Foram disponibilizados dados, por exemplo, sobre velocidade e acidentes na cidade. Os melhores projetos serão premiados.

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