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Tensão na ocupação de morros por policiais militares no Rio de Janeiro Após o anúncio do envio de forças federais para a capital fluminense, Bope inicia ações em comunidades da Zona Norte como prévia das ações que serão realizadas

Publicação: 23/03/2014 09:23 Atualização: 23/03/2014 09:28

Policiais militares controlam a entrada da favela do Mandela, na capital fluminense: confrontos nas últimas 24 horas deixaram pelo menos duas pessoas mortas (Márcia Foletto/Agência O Globo)
Policiais militares controlam a entrada da favela do Mandela, na capital fluminense: confrontos nas últimas 24 horas deixaram pelo menos duas pessoas mortas

Depois da onda de ataques às sedes das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), no Rio de Janeiro, iniciada na última quinta-feira, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) ocupou as comunidades Parque União e Nova Holanda, no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte Rio. As operações da Polícia Militar (PM) em favelas da Zona Norte, registraram, ao menos, um confronto, que deixou saldo de dois homens mortos durante troca de tiros com agentes do 41º Batalhão (Irajá). O caso ocorreu na comunidade Para Pedro, no bairro Colégio. De acordo com a PM, dois suspeitos morreram após trocarem tiros com PMs na favela Para Pedro.

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A PM do Rio acredita que as ações criminosas que ocorreram em três UPPs da Zona Norte tenham sido orquestradas. Uma investigação da Polícia Civil identificou líderes comunitários dos complexos da Penha e do Alemão atuando na organização de protestos e ataques a UPPs, acusados de agir associado a antigos chefes do tráfico das comunidades pacificadas. Ele seria o elo entre bandidos que desejam retomar o controle das favelas e moradores insatisfeitos com a presença da polícia. Os nomes são mantidos em sigilo.

A tropa de elite da Polícia Militar já ocupava o Conjunto e Favelas do Alemão desde o último sábado. A operação do Bope deve preparar a chegada das forças federais na cidade. O Planalto autorizou o envio de tropas para as comunidades mais críticas, a pedido do governador do Rio, Sérgio Cabral. Um dia após os ataques às UPPs, os governos federal e do Rio acertaram a ajuda à capital fluminense. Uma nova reunião foi marcada para amanhã, para detalhar a ação conjunta no enfrentamento ao crime organizado.

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Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: marcos rocha
Tem que reprimir o crime mesmo, mas no caso específico de favelas não se resolve só com isso, mais cedo ou mais tarde eles voltam a atacar a polícia, o exército ou a CIA, a solução é educação pois a cultura do crime ainda impera em favelas!!!!! | Denuncie |

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