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Ministro da Justiça e governador do Rio definirão o plano de ação nas UPPs A entrada das Forças Armadas e da Força Nacional nas comunidades fluminenses pacificadas está sendo preparada pelo Batalhão de Operações Especiais

Ana Pompeu

Publicação: 24/03/2014 06:35 Atualização: 24/03/2014 08:58

Policiais militares reforçam a segurança no Complexo de Manguinhos, no Rio, depoos de UPP ser atacada na noite da última quinta-feira (Pablo Jacob/Agência O Globo)
Policiais militares reforçam a segurança no Complexo de Manguinhos, no Rio, depoos de UPP ser atacada na noite da última quinta-feira


Os detalhes da ação conjunta entre os governos federal e do estado do Rio de Janeiro para tentar deter os ataques às Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) serão traçados hoje. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, se reunirão com o governador Sérgio Cabral e a cúpula da segurança pública fluminense para costurar um plano de atuação e consolidar as investigações sobre os ataques coordenados. O reforço de tropas federais foi pedido pelo governador do Rio em encontro de emergência com a presidente Dilma Rousseff na última sexta-feira.

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A entrada das Forças Armadas e da Força Nacional nas comunidades fluminenses pacificadas está sendo preparada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), que já ocupa favelas da Zona Norte. De acordo com a Polícia Militar, a presença das tropas em seis favelas será por tempo indeterminado. Enquanto o governo estadual aposta na ajuda federal para controlar a situação, especialistas acreditam que a opção não deve surtir efeitos duradouros.

“Por agora, deve diminuir os confrontos, apesar de não acabar com eles. A longo prazo, não vai mudar muito o quadro geral”, avalia o sociólogo Ignácio Cano, pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Na avaliação dele, o pedido de Cabral representa um retrocesso. “Chamar de volta o Exército significa dizer que não avançamos, sobretudo no Alemão. É um sinal de que a situação está longe de ser controlada, que voltamos à estaca zero”, enfatiza. Cano cita o Alemão por acreditar que a invasão de 2011 não foi uma boa ideia.

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