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Ações de defesa do consumidor na Copa são apresentadas ao MJ "É importante que nós, dos órgãos de defesa do consumidor, estejamos juntos para criar um ambiente de respeito nas relações de consumo que envolve o turismo%u201D, explicou Juliana Pereira da Silva

Agência Brasil

Publicação: 25/03/2014 16:33 Atualização:

Os representantes dos órgãos de proteção e defesa do consumidor das 12 cidades-sede da Copa do Mundo estão reunidos nesta terça-feira (25/3) em Brasília para apresentar ao Ministério da Justiça o planejamento das ações de prevenção de conflitos de consumo durante o certame, que ocorrerá no Brasil, entre os dias 12 de junho e 13 de julho.

“A Copa do Mundo seguramente trará para o Brasil um fluxo de turistas estrangeiros, que virão aqui não porque escolheram o Brasil como destino, mas porque o país estará sediando uma Copa. Então é importante que nós, dos órgãos de defesa do consumidor, estejamos juntos para criar um ambiente de respeito nas relações de consumo que envolve o turismo”, explicou a secretária Nacional do Consumidor (Senacon), Juliana Pereira da Silva.

Ela conta que, há um ano, a partir da criação do Comitê Técnico de Consumo e Turismo, dentro do Plano Nacional de Consumo e Cidadania, a secretaria fez reuniões em cada uma das cidades-sede, apresentando a proposta de trabalho do comitê federal, e hoje os representantes mostram o que já foi feito. “A Copa do Mundo tem dia pra começar e acabar, mas os órgãos de defesa e as empresas vão permanecer aqui. Quem apostar na ineficiência do estado vai se dar mal, pois as abusividades cometidas durante a Copa serão muito bem registradas e nenhum evento vai criar um beneficio de isenção de cumprimento das normas”, diz Juliana.

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Os próximos passo, segundo a secretária, é dar transparência ao funcionamento do Centro Integrado de Proteção ao Consumidor na Copa do Mundo, que será um centro de monitoramento e procedimento que vai dialogar com as cidades-sede, os governos estaduais e federal, bem como os diversos segmentos de mercado e órgãos que vão ter contato direto com o turista.

“Nossa principal preocupação é cuidar para que o próprio mercado seja o ponto de atendimento. O consumidor tem pressa, principalmente o turista, então é preciso que os setores tenham rapidez para solucionar problemas. Não quero saber quem é o coletinho amarelo no aeroporto; quero saber quem da companhia aérea resolve o problema. Precisamos mostrar que esse país é organizado e que tem respeito pelas pessoas”, disse Juliana.

A secretária explicou ainda que até maio será lançado o Guia do Consumidor Turista na Copa 2014, em três idiomas, em versão impressa e digital, com informações objetivas, principalmente para o turista estrangeiro sobre os seus direitos de consumidor.

Também será ampliada a oferta, pelos institutos de Defesa do Consumidor, de um formulário eletrônico, em três idiomas, para garantir o atendimento a quem tem domicílio fora do Brasil de trabalhar por via totalmente digital. Atualmente, apenas Rio de Janeiro e São Paulo oferecem o serviço.

Juliana Pereira conta ainda que hoje o foco do comitê é a Copa do Mundo, mas diz que entre outras atividades, também trabalha para a consolidação de um acordo internacional de atendimento a turistas e na construção de uma cooperação para o turismo no Mercosul.

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