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Justiça nega mais um pedido para soltar ex-diretor da Petrobras Costa é suspeito de ter ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal

Agência Brasil

Publicação: 26/03/2014 20:24 Atualização:

Desembargador João Pedro Gebran Neto decidiu manter decisão tomada por ele na sexta-feira (21), que rejeitou pedido para soltar Costa (Wanderlei Pozzembom/CB/D.A Press)
Desembargador João Pedro Gebran Neto decidiu manter decisão tomada por ele na sexta-feira (21), que rejeitou pedido para soltar Costa

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, negou mais um pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso quinta-feira (20/3) pela Polícia Federal. Costa é suspeito de ter ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal, desarticulada no início desta semana na Operação Lava Jato, que pode ter movimentado mais de R$ 10 bilhões.

O desembargador João Pedro Gebran Neto decidiu manter decisão tomada por ele na sexta-feira (21), que rejeitou pedido para soltar Costa. Segundo o magistrado, o ex-diretor da Petrobras deve continuar preso para não obstruir as investigações. “Até o momento, não se sabe exatamente a dimensão da ocultação das provas, mas é inegável que a perturbação na colheita de provas existiu e merece ser interrompida”, afirmou Gebran Neto.

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A defesa de Paulo Roberto Costa diz que ele foi envolvido “injustamente” no caso, e alegou que a apreensão de R$ 1 milhão em sua casa não é indício suficiente para justificar a acusação pelo crime de corrupção. “Costa é pessoa humilde e estudiosa, que conquistou várias vitórias ao longo de sua vida profissional, sendo a denúncia incompatível com a sua trajetória de vida”, afirmam os advogados.

Na segunda-feira (17), a Polícia Federal cumpriu 24 mandados de prisão e 15 de condução coercitiva, além de 81 mandados de busca e apreensão em 17 cidades. Cerca de 400 policiais participaram da operação. A organização contava com quatro grupos que tinham à frente doleiros que lucravam com câmbio paralelo ilegal, mas também praticavam crimes como tráfico de drogas, exploração e comércio ilegal de diamantes e corrupção de agentes públicos.

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