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Escolas de Porto Velho darão início ao ano letivo na próxima semana Volta às aulas será possível após a abertura de um abrigo único destinado a atender às famílias atingidas pelas cheias do Rio Madeira

Agência Brasil

Publicação: 01/04/2014 15:58 Atualização:

Em Rondônia, 5.093 famílias foram afetadas pelas chuvas, 1.509 desabrigadas e 3.584 desalojadas, em sete municípios (Sérgio Vale/Secom/Acre)
Em Rondônia, 5.093 famílias foram afetadas pelas chuvas, 1.509 desabrigadas e 3.584 desalojadas, em sete municípios

As escolas de Porto Velho serão liberadas na semana que vem, e poderão dar início ao ano letivo. A volta às aulas será possível após a abertura de um abrigo único destinado a atender às famílias atingidas pelas cheias do Rio Madeira, que hoje ocupam todas as unidades escolares.

O tenente-coronel Demargli Farias, do Corpo de Bombeiros de Rondônia, explica que o abrigo será equipado com barracas do Exército, banheiros, cozinha, segurança eletrônica e policiamento constante.

Em Rondônia, 5.093 famílias foram afetadas pelas chuvas, 1.509 desabrigadas e 3.584 desalojadas, em sete municípios: Porto Velho e seus distritos, Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Costa Marques, Cacoal, Candeias do Jamari, Jaru e Pimenta Bueno.

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Em Porto Velho, o nível do Rio Madeira, em medição feita na manhã de hoje (1º), chegou a 19,64 metros. A cota de alerta é de 14 metros. Segundo Demargli Farias, no último final de semana, choveu muito na Bolívia, na cabeceira dos rios que deságuam no Madeira.

As águas devem chegar, em dois ou três dias, à região do Médio e Baixo Madeira, e alguns dias depois as autoridades do estado esperam que o nível do rio possa se estabilizar e iniciar a vazante.

O governo de Rondônia está distribuindo hipoclorito de sódio, um desinfetante recomendado para purificar a água para uso e consumo humano. O alerta é para a contaminação da águas do Rio Madeira pelo vibrião da cólera. Casos de leptospirose também foram confirmados. A rede de abastecimento de água na capital não foi afetada.

O barco hospital da Marinha, que estava atracado em Porto Velho, foi desmobilizado e o atendimento à população é feito pela rede de saúde local.

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