Brasil
  • (1) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Tropas do Exército fazem reconhecimento do Complexo da Maré (RJ) Os militares ocuparão pontos estratégicos nas comunidades para a preservação da ordem pública e proteção de pessoas e do patrimônio

Agência Brasil

Publicação: 04/04/2014 12:57 Atualização:

Tropas do Exército que planejam ocupar neste sábado (5/4), o Complexo da Maré, estão fazendo nesta sexta-feira (4/4) o reconhecimento do terreno para que 2.700 homens participem das ações, com o apoio de 2.050 integrantes da Brigada de Infantaria Paraquesdista do Exército. Haverá também a participação de 450 homens da Marinha, 200 da Polícia Militar. Equipe avançada da 21ª. Delegacia Policial (Bonsucesso) fará a autuação de prisões efetuadas durante as ações.

A Força de Pacificação atuará numa área aproximada de 10 quilômetros quadrados e será comandada pelo general Roberto Escoto, comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista. Os militares ocuparão pontos estratégicos nas comunidades para a preservação da ordem pública e proteção de pessoas e do patrimônio, empregando a experiência adquirida pelas Forças Armadas nas operações de paz do Haiti e na pacificação dos Complexos do Alemão e da Penha.

 A base da Força de Pacificação será o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio (CPOR), instalado na Avenida Brasil, em Bonsucesso. Os traficantes do Complexo da Maré, subúrbio do Rio, deixaram - durante a fuga - muitas armas e drogas enterradas na favela: não houve tempo - durante a ocupação da área, no último domingo (30, pelas forças de segurança do Estado da região, de esse material ser levado pelos traficantes.

Leia mais notícias em Brasil

Nessa quinta-feira (3/4), policiais militares do Batalhão de Choque apreenderam, no Complexo da Maré, um fuzil AK, 15 carregadores, 800 munições, 5 granadas defensivas e R$ 31.400 em espécie. Em outra ação, também na tarde de ontem, policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreenderam uma tonelada de maconha na favela conhecida como Baixa do Sapateiro. A droga estava enterrada embaixo da Linha Vermelha, via que liga a Baixada Fluminense ao centro do Rio.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: Elvo Silveira
Quando chegará a hora de reconhecerem que o Rio de Janeiro, assim como grandes centros populacionais do país, vivem em uma guerra civil? Mata-se tantas pessoas neste país, ou muito mais do que se imagina, do que em qualquer guerra em outros países. | Denuncie |

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.

PUBLICIDADE



  • Últimas notícias
  • Mais acessadas