Brasil
  • (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Escolas de São Paulo ganham núcleos para ações de direitos humenos A prefeitura de São Paulo pretende reforçar o programa educacional da rede de ensino municipal com um conjunto de atividades culturais interdisciplinares

Agência Brasil

Publicação: 09/04/2014 16:45 Atualização:

Com o repasse de R$ 400 mil reais vindos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a prefeitura de São Paulo pretende reforçar o programa educacional da rede de ensino municipal com um conjunto de atividades culturais interdisciplinares que já começam a ganhar forma em quatro endereços de bairros carentes, localizados em áreas de maior vulnerabilidade social.

Segundo a prefeitura, serão criados nas escolas polos permanentes de trabalho em cidadania e educação com a temática dos direitos humanos. As ações vão ocorrer nos centros de Educação em Direitos Humanos instalados nos centros de Educação Unificada (CEUs) Casa Blanca, em Campo Limpo, zona sul; Jardim Paulistano, em Vila Brasilândia, na zona norte; Pera Marmelo, em Pirituba, zona noroeste; e São Rafael, na zona leste.

O projeto foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (9/4), na sede da prefeitura, em cerimônia que teve a presença, entre outros, da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti, e dos secretários municipais de Direitos Humanos, Rogério Sotilli, e de Educação, César Callegari.

Leia mais notícias em Brasil

Na opinião da ministra Ideli Salvatti, esses polos “podem ser embriões de centros de referência com foco na cultura dos direitos humanos, para se criar um ambiente onde não seja mais permitido nem aceito a violência, discriminação e exclusão social”.

O secretário Rogério Sotilli explicou que o objetivo da iniciativa é estimular a integração da comunidade com os estudantes e professores. Ele informou que os professores serão treinados para ajudar nas ações de valorização dos direitos humanos e combate à discriminação racial, sexual e outros tipos de violência contra a cidadania.

Para esse trabalho, apontou ele, um dos critérios foi escolher “territórios mais vulneráveis, onde a questão da violência contra a juventude tem de ser tratada”.

O secretário Callegari informou que, embora as atividades estejam programadas para serem desenvolvidas a partir do segundo semestre, alguns CEUs já estão preparados para trabalhos artísticos, inclusive peças teatrais. As ações interdisciplinares, esclareceu, ajudam os jovens a serem “pessoas mais solidárias, perseverantes e a construir o conhecimento coletivamente”.

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.

PUBLICIDADE



  • Últimas notícias
  • Mais acessadas