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Incorporado ao SUS, exame diagnostica com precisão evolução do câncer Por meio desse exame, é possível decidir o procedimento a ser usado pelo médico no paciente, como cirurgia, quimioterapia, biópsia ou até mesmo se não há mais como tratar a doença

Agência Brasil

Publicação: 23/04/2014 19:51 Atualização:

Incorporado nesta quarta-feira (23/4) ao Sistema Único de Saúde (SUS), o exame PEt-Scan, também conhecido como PET-CT, é uma das tecnologias mais modernas para acompanhar a existência e a progressão de diversos tipos de câncer. O exame é indicado para diagnosticar a presença e a exata dimensão de 20 doenças, predominantemente câncer.

Apesar disso, o SUS só cobre o exame nos casos de câncer de pulmão, colorretal, linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin, doenças que, somadas, têm previsão de pelo menos 69.790 mil novos registros neste ano. Enquanto isso, o rol de procedimentos obrigatórios para os planos de saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar traz oito indicações para o exame.

Por meio desse exame, é possível decidir o procedimento a ser usado pelo médico no paciente, como cirurgia, quimioterapia, biópsia ou até mesmo se não há mais como tratar a doença. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Celso Dario Ramos, o exame é usado no Brasil há pouco mais de dez anos. Ele esclarece que, com esse exame, é possível evitar uma cirurgia desnecessária ou detectar precocemente o crescimento de um tumor.

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Até hoje, o exame usado pela rede pública era a tomografia, que é menos preciso. “Ela só vai dizer se restou tumor depois que ele crescer. Depois de quatro meses, seis meses, vão ver que o tumor cresceu e o tratamento vai ser feito mais tardiamente. A chance de controlar o tumor é muito reduzida.”, explicou Ramos.

Segundo Ramos, o PET-Scan é um exame de medicina nuclear, que usa substâncias que emitem uma radiação muito pequena para fazer imagens precisas dos tumores.

De acordo com a SBMN, existem pelo menos 100 aparelhos, entre públicos e privados (geralmente credenciados ao SUS), em todo o país. Segundo Ramos, os aparelhos estão distribuídos proporcionalmente à densidade demográfica do país, havendo assim condições de atender à população.

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