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Rio: transolímpica não prevê demolição de igreja e casa paroquial Secretaria Municipal de Obras do Rio de Janeiro diz que o atual traçado estabelecido para a construção do BRT Transolímpica não prevê a demolição da Igreja São José e da casa paroquial

Agência Brasil

Publicação: 25/04/2014 14:32 Atualização:

Em nota divulgada nesta sexta-feira (25/4), a Secretaria Municipal de Obras do Rio de Janeiro esclareceu que o atual traçado estabelecido para a construção do BRT Transolímpica, que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro, na zona oeste da cidade, não prevê a demolição da Igreja São José e da casa paroquial, situadas em Magalhães Bastos. O terreno para construção da igreja foi cedido pelo Exército por volta de 1920.

“Um dos benefícios concedidos por meio da cessão das áreas do Exército foi justamente a preservação dessas edificações”, afiançou a secretaria.

Na quinta (24/4), em entrevista à Agência Brasil, o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, já havia garantido que o templo religioso não será demolido.

A possibilidade de derrubada da igreja e da casa paroquial constituía a principal preocupação da Associação de Moradores de Magalhães Bastos, disse o presidente da entidade, Rogério Silva.

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Para dar lugar ao corredor de ônibus Transolímpica, o Quartel da Polícia do Exército situado em Magalhães Bastos, será demolido. Alexandre Pinto acredita que até o final do primeiro semestre, deverão ser encerradas as negociações com o Exército brasileiro e a Casa Civil da Presidência da República sobre os valores que a prefeitura do Rio de Janeiro terá de pagar aos militares, como indenização pela derrubada do quartel.

O trajeto da Transolímpica prevê ainda a demolição de algumas instalações do 25º Batalhão Logístico, do Parque Regional de Manutenção e da Escola de Equitação do Exército, na região. O secretário municipal de Obras informou que a prefeitura está finalizando os projetos executivos e analisando os valores de indenização com o Exército, a fim de fazer o pagamento das contrapartidas físicas, porque tudo que for derrubado, será reconstruído pela prefeitura.

O Comando Militar do Leste, por sua vez, informou à Agência Brasil, por meio de sua assessoria de imprensa, que “a obra da Transolímpica, corredor que incluirá faixa exclusiva de BRT, faz parte das melhorias de mobilidade urbana para o Rio de Janeiro e também atenderá aos Jogos Olímpicos em 2016, quando a região da Vila Militar, em Deodoro, concentrará parte das competições”.

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