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Anvisa vai apurar se lojas estão cumprindo a proibição das marcas de Whey A disparidade é considerada fraude contra o consumidor. Dos produtos que apresentaram irregularidades, 19 tinham mais carboidratos do que o declarado no lote

Ana Pompeu

Publicação: 02/05/2014 06:40 Atualização: 02/05/2014 08:58

A preocupação de especialistas em saúde com o consumo indiscriminado de suplementos proteicos por frequentadores de academia motivou o aumento da fiscalização desse tipo de produto. Enquanto nutricionistas alertam para problemas decorrentes do uso dessas substâncias sem orientação profissional — como complicações nos rins e no fígado —, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem verificado irregularidades recorrentes em marcas vendidas no país. Este mês, o órgão vai apurar se as lojas estão cumprindo a proibição, em vigor desde fevereiro, de comercializar 20 lotes de 14 fabricantes diferentes de Whey protein.

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A decisão foi tomada após a Anvisa confirmar que a quantidade real de carboidratos e de proteínas contidas nos recipientes era diferente do descrito na embalagem. A disparidade é considerada fraude contra o consumidor. Dos produtos que apresentaram irregularidades, 19 tinham mais carboidratos do que o declarado no lote, e um deles apresentou percentuais inferiores ao informado. A agência disse que ainda não tem informações sobre a continuidade da venda em estabelecimentos comerciais desde a publicação no Diário Oficial, porque a vigilância sanitária de cada unidade da Federação reúne as informações e envia para a agência nacional a cada três meses, o que ocorrerá agora em maio.

Juliana Araújo Sousa, 36 anos, usa Whey Protein com acompanhamento médico (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Juliana Araújo Sousa, 36 anos, usa Whey Protein com acompanhamento médico


A medida da Anvisa deixou consumidores apreensivos. É o caso da advogada Juliana Araújo Sousa, 36 anos, que faz uso de Whey protein há uma década. “Comecei a partir do momento em que procurei um nutricionista”, conta, acrescentando que, antes da consulta, não conhecia o suplemento. “Na época, não era muito divulgado. Acho que esse boom aconteceu com as redes sociais. Praticamente todo mundo que faz musculação usa”, acredita. Juliana se preocupa em ter acompanhamento profissional sempre, mas não acha que a prática é regra. Mesmo com toda a orientação, ela ficou preocupada ao saber que nem todos os produtos do mercado vendem o que prometem. “Nunca parei para pensar nisso. A gente cria uma relação de confiança com o produto. Com a proibição da Anvisa, perguntei aos profissionais que me acompanham sobre a marca que consumo.”

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Esta matéria tem: (4) comentários

Autor: Sérgio Prado
Wey Protein é um Toddy, Nescau melhorado, pode até não fazer mal, mas quem exagera pode ficar rechonchudo rapidinho. Vejo um monte de gente tomando esse negócio nas academias pensando que aquilo irá resolver alguma coisa. Depois não reclamem se as pelancas e gordurinhas aparecerem! | Denuncie |

Autor: Marcos Andrade
A Anvisa já deveria fiscalizar esses suplementos a muito tempo. Quanto os fabricantes já lucraram enganando as pessoas e quantas pessoas adoeceram por conta de produtos prejudiciais à saúde. | Denuncie |

Autor: jefferson melo
Me apaixonei pela Juliana. Com todo respeito, nossa! como você é linda. | Denuncie |

Autor: Oliver Saul
Deve fazer bem, porque vejam a "SAUDE" dessa Juliana! Aff!!! | Denuncie |

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