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Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação defende ações com outras áreas Está em andamento um edital que visa injetar recursos nas pesquisas brasileiras

Agência Brasil

Publicação: 06/05/2014 14:59 Atualização:

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, defendeu a criação de políticas conjuntas com vários ministérios para impulsionar a competitividade do país. “Vamos fazer uma plataforma de saúde, o que o Ministério da Saúde precisa? Por exemplo, para o Ministério de Minas e Energia, quais os grandes desafios energéticos do Brasil? Estamos tentando desenhar estas plataformas e articular com os demais ministérios para fazer políticas conjuntas”, disse.

Ao participar nesta terça-feira (6/5) de audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, o ministro disse que está em andamento um edital universal de R$ 200 milhões, com efeito para o orçamento de 2015, que visa injetar recursos nas pesquisas brasileiras. Há também o projeto para o fortalecimento dos 125 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, para estimular e operacionalizar a comunidade científica e fazer a ponte com o mercado e a indústria.

Além desses, Campolina explica que dois grandes equipamentos de pesquisa estão em desenvolvimento no país, o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) e o Sirius, com valores de R$ 800 milhões cada um. “Nossa proposta é que eles sejam incluídos no PAC [Programa de Aceleração do Crescimento], porque se não tivermos estes equipamentos não vamos dar o salto que queremos na ciência e tecnologia”, explicou.

O RMB é um reator nuclear de pesquisa e produção de radiofármacos, essenciais na medicina nuclear, e também para produção de fontes radioativas usadas em larga escala nas áreas industrial e de pesquisas. Com a construção do novo reator, novos produtos podem ser desenvolvidos, e os atualmente importados passam a ser produzidos no país.

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O Sirius é um acelerador de partículas de luz síncroton que é usada em várias áreas de pesquisa, como física, química, biologia, geologia, nanotecnologia, engenharia de materiais e até paleontologia.

Campolina mostrou que o orçamento do ministério, de R$ 7,2 bilhões em 2013, 1,74% em relação ao Produto Interno Bruto, é pequeno se comparado ao investido em países desenvolvidos. Ele conta também que a pasta tem 31 instituições ligadas, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e a Financiadora de Estudos e Projetos, além das ações conjuntas com outros ministérios, como o Ciência sem Fronteiras, que já enviou 62 mil alunos ao exterior até março de 2014.

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