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Seminário debate proteção a crianças e adolescentes durante a Copa Campanha Não Desvie o Olhar incentiva as pessoas a denunciarem violências contra crianças às autoridades responsáveis e indica telefones para denúncias e endereços de delegacias, conselhos tutelares e organizações de proteção ao jovem

Agência Brasil

Publicação: 07/05/2014 17:25 Atualização:

Para marcar a abertura do Mês de Enfrentamento da Violência Sexual Infantojuvenil, celebrado este mês, o Comitê de Proteção Integral às Crianças e Adolescentes do Rio de Janeiro lançou nesta quarta-feira (7/5) a campanha Não Desvie o Olhar, cujas ações objetivam combater a exploração sexual de crianças e adolescentes durante a Copa do Mundo.

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Ideli Salvatti, informou que o trabalho de combate ao abuso contra crianças e adolescentes durante a Copa das Confederações serviu de exemplo para aprimorar as ações que devem ocorrer durante o mundial deste ano.

“Esse ato consolida a parceria entre governo federal, estadual e prefeitura do Rio de Janeiro. Estamos fazendo essas parcerias em todas as cidades-sede da Copa para a gente poder ter ações integradas para proteger, prevenir e denunciar a exploração e a violência sexual contra as nossas crianças e adolescentes”, explicou.

Durante o Seminário de Integração das Ações de Proteção Integral de Crianças e Adolescentes para a Copa do Mundo, organizado pelo Comitê de Megaeventos do Rio de Janeiro, também foi apresentado o aplicativo Proteja Brasil, projetado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

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Feito para smartphones e tablets, o programa incentiva as pessoas a denunciarem violências contra crianças às autoridades responsáveis e indica telefones para denúncias e endereços de delegacias, conselhos tutelares e organizações que atuam na defensa de crianças e adolescentes. O Proteja Brasil também fornece informações sobre os diferentes tipos de violências.

“O aplicativo foi uma coisa maravilhosa que uma 'gurizada' da Bahia produziu. Você baixa no smartphone e, no aplicativo você, imediatamente, localiza no entorno de onde você está todo tipo de estrutura para acompanhar qualquer tipo de violência ou exploração contra a criança, como delegacias e conselhos tutelares”, avaliou a ministra.

O presidente da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA/RJ), Clovis de Oliveira Paradela, defendeu que o combate à violência precisa ser feito diariamente.

“Um megaevento como esse, ainda mais com a propaganda que se faz em torno do Brasil, muitos veem como oportunidade de turismo sexual. Isso aumenta ainda mais o risco das crianças e adolescentes no Brasil no que se refere à violência sexual. Nós precisamos estar atentos e melhores articulados para combater sempre esse tipo de violência”, defendeu.

Segundo Paradela, diversas ações vão ocorrer durante o Mês de Enfrentamento da Violência Sexual Infantojuvenil. “No dia 27 de maio, teremos outro seminário. Em diversas cidades, vão acontecer ações como essa para chamar a atenção da sociedade civil. Vale a pena lembrar que, no dia 18 de maio, temos o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças. Suspeitou de algum caso de abuso à adolescente, disque 100 e denuncie”, reforçou.

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