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Dilma lamenta morte e lembra alegria contagiante de Jair Rodrigues O cantor morreu em casa, aos 75 anos, na manhã desta quinta-feira

Agência Brasil

Publicação: 08/05/2014 15:10 Atualização: 08/05/2014 15:16

O músico consagrado na MPB passou a infância cantando em corais de igreja e começou a carreira musical em 1957 (Thiago Morandi/secretariadecultu)
O músico consagrado na MPB passou a infância cantando em corais de igreja e começou a carreira musical em 1957

A presidente Dilma Rousseff manifestou, por meio de nota, pesar pela morte do músico Jair Rodrigues, ocorrida na manhã desta quinta-feira (8/5). Dilma disse que recebeu com sentimento de profunda tristeza a notícia da morte de Rodrigues e destacou o entusiasmo, a alegria e o talento do artista.

“Não há como esquecer o entusiasmo e alegria contagiantes deste artista completo, talentoso e profundamente identificado com o coração do povo brasileiro. Sua interpretação de Disparada, de Geraldo Vandré e Théo Barros, passados quase 40 anos da apresentação, muito me emociona. Quero deixar aqui meus melhores sentimentos e meu carinho de fã à família de Jair Rodrigues”, diz a nota.

Jair Rodrigues de Oliveira tinha 75 anos e morreu em casa. A causa ainda não foi informada. Ele nasceu em Igarapava (SP) no dia 6 de fevereiro de 1939. Começou a carreira em 1957, em casas noturnas do interior de São Paulo. A partir de 1960, passou a cantar na capital paulista, participando de shows de calouros como o Programa de Cláudio de Luna (Rádio Cultura), no qual obteve a primeira colocação.

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O músico gravou seu primeiro disco em 1962, com duas músicas para a Copa do Mundo: Brasil Sensacional e Marechal da Vitória. Lançou, em seguida, um compacto simples contendo as canções Balada do Homem sem Balada do Homem sem Deus e Coincidência.

Jair Rodrigues entrou para a história da televisão brasileira apresentando com a cantora Elis Regina o programa O Fino da Bossa, na TV Record. Sua interpretação da música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, acompanhado do conjunto Quarteto Novo, no Festival de Música Popular Brasileira de 1966, é considerada um clássico.

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