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Caminhada contra o câncer de mama reúne 8,5 mil pessoas no Rio Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 9.330 mulheres morreram no país no ano passado vítimas do câncer de mama e mais de 41 mil casos da doença foram registrados

Agência Brasil

Publicação: 18/05/2014 14:20 Atualização:

Cerca de 8,5 mil pessoas participaram da Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama hoje (18) no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro, promovida pelo Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC). Os participantes pagaram R$ 55 para percorrer 5 quilômetros (km) e o lucro será revertido em projetos de educação e informação sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama.

De acordo com o produtor executivo da campanha "Câncer de mama no alvo da moda", Onésimo Affini, o evento é feito desde 1999 e contribui para a conscientização da população sobre a importância da prevenção. "O câncer de mama tem cura, mas precisa ser diagnosticado cedo, então é muito importante a prevenção contínua.”

Para a aposentada Maria Aparecida Guimarães Pinheiro, 72 anos, completar todo o trajeto exigiu certo esforço. “Foi difícil, pois a perna doeu um pouquinho. Mas valeu a pena. Minhas filhas que me trazem. Todo o ano a gente vem”, disse ela ao ressaltar que não tem nenhum caso de câncer de mama na família, mas que abraça a causa mesmo assim.

Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 9.330 mulheres morreram no país no ano passado vítimas do câncer de mama e mais de 41 mil casos da doença foram registrados. A previsão para este ano é que surjam 57,1 mil casos de câncer de mama.

Acompanhada das filhas e da neta, Reinildes Machado Carilo, 58 anos, que já teve câncer de mama, não completou a caminhada, mas fez questão de participar. “Já passei por isso. É complicado. Vim com muito prazer, acho que é um incentivo a mais que damos.”

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Participante da corrida há seis anos, a auxiliar de consultório dentário Vera Lúcia, 65 anos, queixou-se que nos últimos anos tem tido dificuldade para marcar mamografia. “[Há] muito mamógrafo quebrado. Eles [governos] têm que colocar mais lugar para as pessoas fazerem o exame, senão não adianta mandar as pessoas fazerem se não há lugar.”

A Lei 12.732/2012 prevê que o atendimento ao paciente de câncer deve ser iniciado em até 60 dias após o diagnóstico pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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