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Proporção de fumantes tem redução expressiva no Brasil, aponta levantamento Com políticas restritivas ao cigarro, fazendo do país exemplo mundial, um em cada 10 brasileiros mantém o hábito de fumar. Índice era três vezes maior em 1989, quando alertas passaram a estampar os rótulos do produto

Andre Shalders - Correio Braziliense

Publicação: 02/06/2014 06:00 Atualização:

O decreto com novas regras para o uso de tabaco em ambientes coletivos, anunciado no sábado pelo governo, é mais um passo das políticas de restrição ao produto no país, iniciadas ainda nos anos 1980. O número de fumantes no país caiu de 35% da população, em 1989, para 11,3%, segundo dados do Ministério da Saúde. Por conta dessa redução, já que os adeptos do cigarro hoje correspondem a um terço do verificado há 25 anos, o modelo brasileiro de combate ao fumo é apontado por especialistas como um dos mais bem sucedidos do mundo.

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Atualmente, o Brasil é o país da América Latina com a menor porcentagem de fumantes. A primeira medida concreta de combate ao tabagismo no país, adotada ainda em 1988, foi a inserção, nos maços de cigarros, da frase “O Ministério da Saúde adverte: fumar é prejudicial à saúde”. O fumo foi permitido em ambientes fechados até 1996, e a propaganda do tabaco só foi banida do rádio e da televisão com uma lei editada em 2000 (veja a cronologia ao lado).

Dados divulgados recentemente pelo Projeto Internacional de Avaliação da Política para o Controle do Tabaco no Brasil (ITC-Brasil) mostram que a maioria da população concorda com as políticas para livrar os ambientes coletivos da fumaça dos cigarros. Entre os não-fumantes, 96% defendem esse tipo de medida, e mesmo entre os fumantes o apoio é de 89%. A pesquisa, que está na segunda edição, ouviu 1.200 pessoas que fumam nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, além de outros 600 que não têm o hábito.

Mesmo entre os fumantes, 46% relataram manter o ambiente doméstico livre de tabaco. Outros 88% dos fumantes declararam apoiar a proibição do fumo em veículos particulares quando houver crianças presentes. O projeto ITC-Brasil é desenvolvido pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD-MJ) e pela Fiocruz em parceria com pesquisadores canadeneses.

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Autor: Messias Cassemiro cassemiro
Fumava duas carteiras por dia. Parei. Vi que o ar puro era de DEUS, e eu metia fumaça nele. Então, DEUS era burro por não me dar fumaça! Passei a LHE pedir licença para misturar fumaça no ar, dentro de meia hora. Nunca a obtive e parei. Sorte. Estava com câncer na bexiga. Fez dez anos que a tiraram. | Denuncie |

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