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Colocar enfeites nas ruas e usar fogos podem causar acidentes De acordo com o porta-voz da Ampla, Fabio Fonseca, a simulação ocorre preventivamente para evitar acidentes envolvendo a rede elétrica

Agência Brasil

Publicação: 03/06/2014 14:35 Atualização:

Faltando nove dias para a Copa do Mundo, a Ampla, concessionária de energia elétrica que atende a 66 dos 92 municípios fluminenses, fez nesta terça-feira (3/6) um simulado de situações de risco para a rede elétrica em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. A ação objetiva orientar as pessoas sobre o uso de energia e alertar para os perigos do contato indevido com fios de alta tensão.

Entre as situações de risco demonstradas estão a colocação de enfeites nas ruas, como bandeirinhas e pinturas de poste; a soltura de pipas, balões e rojões, que podem atingir a rede elétrica, causar o rompimento de fios de alta tensão e alcançar alguém, além de deixar o local sem energia; e a queda de pessoas do telhado de casa ao tentar consertar a antena de TV.

De acordo com o porta-voz da Ampla, Fabio Fonseca, a simulação ocorre preventivamente para evitar acidentes envolvendo a rede elétrica.

“Durante as festas juninas é muito comum a utilização de rojões, fogos de artifício. Também é um período de férias escolares, quando as crianças soltam pipas. Todos esses objetos geram um risco de acidente elétrico. Estamos simulando algumas situações com atores para ilustrar como proceder nesses eventos, para não ocorrer nenhum tipo de acidente”, explicou.

Fonseca ainda informou que a concessionária se preparou previamente para o período da Copa do Mundo, descartando qualquer possibilidade de falhas no fornecimento de energia elétrica. De acordo com o porta-voz, a Ampla vai trabalhar com reforço de 30% em seu efetivo.

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“O principal fator que, nesse período, causa interrupção [de energia] é provocado por pipas. Em algumas regiões, isso chega a representar até 30% das interrupções do fornecimento. Então, além dos riscos com acidentes com a rede elétrica, a gente também quer evitar interrupções que vão afetar outros clientes e impedi-los de poder assistir aos jogos”, completou.

Um dos médicos do Corpo de Bombeiros Militar, capitão Jury Freire, presente à simulação, disse que as pessoas que estiverem próximas ao local de um acidente não devem mexer no corpo da vítima. “Geralmente, os acidentes elétricos são queimaduras, quedas com possíveis fraturas. A gente tenta primeiro olhar a segurança do local. A gente chega, isola a área e atende à vítima de acordo com a necessidade dela”.

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