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No DF, 41% dos restaurantes e bares recebem selo "A" ou "B" da Anvisa Agência divulgou a categorização de 2.075 restaurantes, lanchonetes e bares em 26 cidades, inclusive 11 que receberão jogos da Copa do Mundo

Julia Chaib

Publicação: 05/06/2014 15:17 Atualização: 05/06/2014 15:43

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quinta-feira (5/6) a categorização de 2.075 restaurantes, lanchonetes e bares em 26 cidades, inclusive 11 que receberão jogos da Copa do Mundo - Salvador não aderiu à pesquisa. Os estabelecimentos receberam as classificações de "A" a "C". A partir de hoje, consumidores já poderão ver o selo com essas notas afixados em locais visíveis nos restaurantes, além de poder consultar as categorias no site da Anvisa.

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Do total de 1.919 estabelecimentos avaliados, 38% foram classificados com a nota A; 41% na B; 15% na C; e outros 6% foram considerados pendentes, por terem alto número de falhas. Além dos restaurantes, também foram analisadas156 lojas no aeroportos das cidades sedes da Copa do Mundo (incluindo Salvador e excetuando-se Natal), completando um total de 2.075 analisados. Fora os pendentes, as outras classificações se enquadram nas regras de vigilância sanitária e a variação decorre da quantidade critérios cumpridos em cada local.

Pelo menos 10% dos estabelecimentos de cada cidade sede foram avaliados. No Distrito Federal, participaram da avaliação 152 estabelecimentos. A nota de cada um pode ser conferida aqui.

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A Anvisa se baseou em experiências de outros países, como Los Angeles, Nova Iorque e Londres, por exemplo. A avaliação consistiu em duas etapas. A primeira, feita de agosto a janeiro, quando foram apresentadas aos restaurantes as notas iniciais. Depois, foi feita uma segunda avaliação, de janeiro a maio, com as categorias definitivas, que são as atuais. A quantidade de estabelecimentos com nível A, por exemplo, subiu de 16% para 38%, e a de pendentes caiu de 15% para 6%. De um modo geral, os resultados mostram que 49% dos estabelecimentos melhoraram, 40% se mantiveram estáveis e 11% pioraram, na comparação do primeiro com o segundo ciclo.



De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, após a Copa do Mundo, os selos serão retirados e a universalização do método de avaliação será estudada. “Vamos avaliar a pertinência da avaliação para todo o país. As vigilâncias, de acordo com um critério, estabeleceram uma certa regra. Vamos aprender com ela, antes de universalizamos a experiência”, explicou o ministro.

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