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Atividades na Central do Brasil marcam o Dia Mundial do Meio Ambiente Parque Nacional da Tijuca, um mutirão de voluntários removeu plantas exóticas invasoras, como a jaqueira e o capim colonial, e plantou espécies nativas da mata atlântica, como o ipê e o jeribá

Agência Brasil

Publicação: 05/06/2014 15:56 Atualização:

A estação de trem Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro, foi palco nesta quinta-feira (5/6) de diversas atividades para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente. Bolos e sucos preparados com cascas e talos de alimentos foram oferecidos aos usuários. Também foi possível ver as novidades da moda reciclada feita pelos alunos da comunidade da Mangueira, participar de oficinas de bijuterias e aprender como peças de computadores antigos podem ser aproveitadas em um novo micro. A iniciativa, da Secretaria de Estado do Ambiente, também contou com desfile de roupas e assessórios do projeto EcoModa. De acordo com o secretário do Ambiente, Carlos Portinho, a escolha da estação, por onde passam cerca de 600 mil pessoas por dia, foi estrtégica.

“A Central do Brasil é emblemática pelo número de pessoas que passam por aqui. É uma grande possibilidade de levar essa consciência ambiental de que tudo se aproveita, tudo se reinventa e nada se desperdiça. Este é o tema central da nossa campanha”, disse ele. “E nenhum lugar melhor que a Central com essa visibilidade para informar as pessoas da importância do descarte correto do seu material”, disse ele.

Na ocasião, o secretário e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ricardo Oliveira de Menezes, assinaram Termo de Cooperação Técnica que cria um ponto de coleta fixo na 57ª Subseção da OAB, Barra da Tijuca, zona oeste, para recebimento de peças de computadores. O material recolhido vai para a Fábrica Verde, outro projeto da secretaria que capacita alunos em montagem de computadores.

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No Parque Nacional da Tijuca, um mutirão de voluntários removeu plantas exóticas invasoras, como a jaqueira e o capim colonial, e plantou espécies nativas da mata atlântica, como o ipê e o jeribá. O coordenador do voluntariado do parque, João Felipe Martins, explicou que a situação das plantas invasoras no parque é grave. “Ocorreram alguns reflorestamentos em diferentes períodos históricos e alguns trouxeram muitas espécies de outros países, que dominam o habitat e as espécies nativas acabam sumindo”, explicou ele.

O grupo, com cerca de 40 pessoas, também deu um abraço simbólico na estátua do Cristo Redentor, que está localizada dentro do parque. Martins explicou que a ação pretende, sobretudo, associar a imagem do Cristo com a imagem do parque e gerar maior consciência ambiental. “Cerca de 90% dos visitantes não sabem que o Cristo está no parque. Eles conhecem o Cristo e vão embora”, lamentou ele. “Queremos estimulá-los a conhecer também a Floresta da Tijuca, a Vista Chinesa, as Paineiras e trazer a esse visitante a importância da conservação”, concluiu.

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