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Metrô de São Paulo não faz nova proposta e paralisação deve continuar Sindicato dos Metroviários chegou a baixar o percentual reivindicado para 12,2% de reajuste salarial, também válido para o vale- refeição, e elevação do vale-alimentação para R$ 320

Agência Brasil

Publicação: 05/06/2014 18:21 Atualização:

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) não alterou a proposta de reajuste salarial feita aos metroviários, em greve desde a manhã desta quinta-feira (5/6). Em audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a empresa manteve a oferta feita ontem (4), de 8,7% de aumento. %u201CEsse é o limite que o Metrô consegue chegar%u201D, disse o presidente da companhia, Luiz Antonio Carvalho Pacheco.

Sem nova proposta, as chances de a assembleia dos metroviários, marcada para a noite de hoje, encerrar a paralisação são mínimas, segundo a categoria. No início da reunião de conciliação, o Metrô chegou a retirar da mesa suas últimas propostas de aumento aos trabalhadores, acordadas na audiência de ontem. De acordo com a empresa, as ofertas eram válidas apenas em caso de não paralisação.

O Sindicato dos Metroviários chegou a baixar o percentual reivindicado para 12,2% de reajuste salarial, também válido para o vale- refeição, e elevação do vale-alimentação para R$320. %u201CCom essa proposta poderíamos encerrar a greve ainda hoje%u201D, disse o presidente do sindicato, Altino Prazeres. No entanto, a sugestão foi rejeitada pelos dirigentes do Metrô.

Com a negativa da empresa para o reajuste de 12,2%, o presidente do sindicato propôs, como alternativa à greve, a abertura das catracas para a população. Segundo Prazeres, o dia de trabalho dos funcionários seria descontado. A proposta também não foi aceita pela companhia. %u201CEu não tenho prerrogativa de abrir mão da receita. O Metrô não tem possibilidade de aceitar a catraca livre, até porque recai sobre os gestores a responsabilidade sobre os resultados%u201D, disse o presidente da empresa.

Ontem, na terceira reunião de conciliação, o Metrô elevou proposta de reajuste para 8,7%, entre outros benefícios. A assembleia dos trabalhadores, no entanto, rejeitou a oferta e deflagrou a greve. Diante do impasse na negociação, o TRT agora julgará o dissídio da greve, ou seja, a Justiça definirá o percentual do reajuste a ser pago aos trabalhadores. Ainda não há data definida para a votação do dissídio dos metroviários de São Paulo.
Tags: greve sp metro

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