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Greve dos metroviários volta a causar transtorno aos paulistanos Segundo a companhia do Metrô, houve piquetes nas estações Ana Rosa, na zona sul e Bresser, na zona leste, para impedir a entrada de funcionários que não estavam aderindo ao movimento

Agência Brasil

Publicação: 06/06/2014 09:45 Atualização: 06/06/2014 09:47

A cidade de São Paulo vive um verdadeiro caos nesta sexta-feira (6/6) em razão da greve dos metroviários que entrou em seu segundo dia. Apenas uma das cinco linhas do Metrô funcionava normalmente no começo do dia: a via amarela operada pelo setor privado na ligação entre a Estação da Luz e a zona sul. Por volta das 5h30, começaram a circular os trens da Linha 5 Lilás, entre o Capão Redondo e o Largo Treze, na zona sul.

Só duas horas mais tarde é que os usuários puderam acessar, parcialmente, esse meio de transporte nas demais linhas: a 1 Azul, entre as estações Paraíso e Luz; a Linha 2 Verde, entre as estações Paraíso e Clínicas e a Linha 3 Vermelha entre as estações Bresser e Santa Cecília.

Segundo a companhia do Metrô, houve piquetes nas estações Ana Rosa, na zona sul e Bresser, na zona leste, para impedir a entrada de funcionários que não estavam aderindo ao movimento. A Polícia Militar foi acionada para dispersar os manifestantes.

Mais uma vez a prefeitura decidiu suspender o rodízio de veículos. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) às 8h havia 133 quilômetros de vias congestionadas.

Em algumas regiões, a alternativa foi recorrer aos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que opera com intervalo reduzido. Há, porém, um bloqueio na Estação Corinthians-Itaquera, Linha 11 Coral, onde os acessos são compartilhados com o Metrô da Linha 3 Vermelha. Segundo a CPTM, na integração com a Linha 4 Amarela, nas estações Pinheiros e Luz, foi adotado um controle do fluxo de pessoas nos pontos mais movimentados.

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A empresa informou ainda que solicitou a mudança de itinerário dos ônibus com destino à Corinthians-Itaquera, para redistribuir os coletivos nas demais estações e evitar aglomerações.

A São Paulo Transporte (SPTrans) informou que a exemplo dessa quinta-feira (5/6) foi reforçada a frota de ônibus do Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese).

Os metroviários reivindicam aumento salarial de 16,5%. Ontem, em nova tentativa de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), eles rejeitaram a oferta de 8,7%

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Autor: Delmiro Portilho
CRIADOR x CRIATURA , frutos da política de " trabalhador e trabalhador ", do TER e não do SER , desrespeitando o Privado e que dirá o Público, respaldado por BOLSAS e SEGURO DESEMPREGO | Denuncie |

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