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Turismo será grande legado da Copa para São Paulo, avalia setor hoteleiro São Paulo tem uma oferta de 42 mil apartamentos e 105 mil leitos %u2013 o suficiente, segundo ele, para atender à demanda do Mundial

France Presse

Publicação: 11/06/2014 11:12 Atualização:

O grande legado da Copa do Mundo para a cidade de São Paulo será o turismo, na avaliação do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de SP (Abih-SP), Bruno Omori.

“O principal legado da Copa em infraestrutura é o turismo porque teremos a oportunidade de mostrar o que São Paulo tem de bom. São Paulo é muito conhecida só como negócios e teremos a oportunidade agora de as pessoas visitarem os museus e [conhecerem] a gastronomia e também o interior de São Paulo”, disse ele, em entrevista à Agência Brasil.

São Paulo tem uma oferta de 42 mil apartamentos e 105 mil leitos – o suficiente, segundo ele, para atender à demanda do Mundial.

“A demanda da Copa do Mundo, mesmo sendo muito boa, não é suficiente para encher os 42 mil apartamentos. Se há 65 mil lugares dentro do estádio do Itaquerão e estamos falando em 105 mil leitos, se 70 mil forem ocupados ainda estarão sobrando 35 mil”, explicou.

A expectativa do Ministério do Turismo é que São Paulo receba 390,7 mil turistas durante o período do Mundial.

Apesar da queda de 15% a 30% na ocupação da rede hoteleira no período da Copa e de 20% a 30% no preço da diária, na comparação ao mesmo período do ano passado, a expectativa é de um ano extremamente positivo para o setor.

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Na avaliação de Omori. isso deve ocorrer porque os eventos marcados todos os anos na cidade não foram cancelados, apenas tiveram suas datas alteradas para não coincidirem com a Copa. “Em 2014, todas as projeções indicam que a ocupação média na cidade de São Paulo deve crescer entre 4% a 7%. São Paulo é uma cidade corporativa, com feiras, eventos e congressos. Só na cidade de São Paulo há 1.250 eventos que acontecem por semana, em média, dentro dos hotéis, independente dos centros de convenções. E este mercado de feiras, congressos, reuniões e negócios migrou para antes e depois da Copa”, disse.

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