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Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpre mandados contra black blocs Manifestantes conhecidos por participarem de protestos ano passado foram conduzidos à delegacia. São Paulo estuda efetuar prisões preventivas para evitar tumultos durante o Mundial

Étore Medeiros

Publicação: 12/06/2014 08:09 Atualização: 12/06/2014 08:29

Na véspera da abertura da Copa do Mundo, e no mesmo dia em que a presidente Dilma Rousseff assegurou que não vai haver “contemplação” com protestos violentos, a Polícia Civil do Rio de Janeiro executou 17 mandados de busca e apreensão na residência de pessoas investigadas por atos de vandalismo durante as manifestações ocorridas na capital fluminense no ano passado. Foram apreendidos computadores, laptops, pen drives e mídias digitais. Dez pessoas chegaram a ser levadas à delegacia, na condição de investigados ou de testemunhas, mas liberadas em seguida.

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Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança (Seseg) informou que as buscas foram uma consequência do trabalho de investigação iniciado em 2013 pela Delegacia de Repressão a Crimes contra a Informática (DRCI). A ação de ontem, que contou com o apoio de 13 delegacias especializadas, foi focada em pessoas com participação direta ou indireta na prática dos atos violentos durante os protestos. As buscas ocorreram em residências da Barra da Tijuca, no Centro, em Copacabana, no Catete, em Bangu, em Botafogo e em Niterói. Em 4 de setembro, a mesma investigação levou à prisão e ao indiciamento de três manifestantes, por formação de quadrilha e incitação à violência. Como corre em segredo de Justiça, não foram revelados dados adicionais sobre o inquérito.

Entre as pessoas levadas à Cidade da Polícia ontem estava a ativista Elisa Quadros, a Sininho, conhecida pela participação nos protestos de 2013 (veja memória). Também depuseram, como testemunhas ou investigados, Eduarda Castro, Tiago Rocha, Heloísa Sammy, Gabriel Marinho, Anne Josefine e um adolescente. Já Luiza Dreyer está entre aqueles que tiveram objetos apreendidos e também compareceu à Cidade da Polícia. Ela foi a principal liderança do Movimento Ocupa Cabral, com pessoas acampadas na calçada da Rua Aristides Espíndola, no Leblon, onde mora o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que deixou o cargo neste ano.

 

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